Thirty Seconds To Mars – Love, Lust, Faith + Dreams

Recentemente o Thirty Seconds To Mars está cada vez mais presente na minha vida. Há poucos dias participei do Marscast, um podcast somente dedicado a banda. O convite partiu após minhas publicações sobre os símbolos utilizados pela banda. O engajamento desta galera de fãs é tão grande, que a postagem já é a segunda mais acessada do Gelo Negro desde o início do site em 2006. Uma das postagens já recebeu nada menos de 39.000 views.

A banda lançou seu mais recente projeto em maio deste ano. ‘Love, Lust, Faith + Dreams’ (Amor, Luxúria, Fé + Sonhos) é o quarto álbum da banda. O novo projeto trás outros símbolos novos, o que certamente irá render uma nova postagem no site em breve. Os dois primeiros clipes lançados são sensacionais. ‘Up in the Air’ foi o primeiro single, portanto lançado antes do álbum, no dia 19 de abril. Recentemente a banda enlouqueceu os fãs novamente com o lançamento do clipe de ‘Do or Die’.

Confira as duas super-produções dos caras que são excelentes:

Up in the Air

Do Or Die

Vera Loca – Grafitti

Estou feliz demais. Minha vida enfim voltou aos trilhos. E para deixar tudo mais interessante, tem uma cambada de gente que eu curto, lançado álbum novo este ano. Uma banda que vem com projeto novo é a Vera Loca, banda de Porto Alegre que tem ótimas influências do rock latino. Esta canção inclusive é uma versão da canção gravada originalmente pela banda argentina Inmigrantes.

Versão Vera Loca

Original Inmigrantes

Interna que esse ficou doido de vez…

Bob Burnquist é um dos maiores nomes do skate mundial. Depois de radicalizar com a criação da Mega-Rampa, ele resolveu inovar um pouco mais. Assista até o fim e diga você se isso não é caso de internação…rs – A única coisa que ficaria melhor neste vídeo, seria o patrocínio da Red Bull.

De Volta para Casa

Tudo é pelo acaso. Ao contrário do que muitas vezes pensamos, o acaso é aquilo que conduz nossas vidas, ligam os pontos chaves que vão mudando a direção rumo ao nosso futuro, nos levando para lugares e situações que não imaginávamos e não planejamos. O acaso é totalmente contrário a estagnação, só se molha quem sai na chuva, só apanha quem dá a cara a tapa, só vive quem se entrega ao desconhecido. E nestes acasos da vida hoje resolvi acessar a lista de livros da Editora Novo Conceito. Queria escolher um livro novo para me fazer companhia. Jogue a primeira pedra quem nunca comprou um livro pela capa. Eu comprei todos.

Escrever é algo tão mágico e encantador, exige dedicação e resiliência, nada mais justo que a capa de um livro consiga sintetizar toda sua beleza. Talvez seja apenas a visão de quem viveu de arte durante toda sua vida, talvez seja uma tese relevante. Impossível não ser atraído pela bela capa de ‘De Volta para Casa’. Obviamente que tanto na capa do livro, no frasco do perfume e no encantamento de uma mulher, a estética pode ser convite mas não garante o envolvimento e a permanência. Depois de saltar ao olhos, precisa falar ao coração.

E foi lendo o prefácio de ‘De Volta para Casa’ que o acaso novamente me pregou estas peças do destino. Não estou dizendo que a história deste livro repete a minha própria vivência, mas por diversos momentos elas se cruzam.

de-volta-para-vasa

Cassie Madison sai da cidade de Walton, na Geórgia, para Nova York. A mudança na verdade é uma fuga dos recentes acontecimentos de sua vida, quando fica sabendo que a própria irmã, Harriet, e seu grande amor, Joe, se envolvem em um relacionamento amoroso e vão se casar. Já em Manhattan, assim como toda pessoa que tenta esquecer algo do passado, sua tentativa é se reinventar, dedicar-se a carreira e de quebra perder o sotaque do interior. Nesta tentativa de apagar o passado de traição e lidar com uma família que nunca lhe deu o devido valor.

O destino lhe reserva outra provação e o passado vem lhe buscar, quando um telefonema de sua irmã traz de volta o que ela acreditava que poderia esquecer. Com o pai doente, ela é obrigada a fazer o que ninguém espera neste momento, fazer a viagem de volta ao passado e as lembranças. Enquanto arruma as malas seu medo era que o pai morresse sem que ela pudesse estar com ele, mas ao mesmo tempo precisa enfrentar o convívio com a família de propaganda de margarina que sua irmã Harriet e Joe construíram.

De volta a Walton, Cassie percebe os conflitos sentimentais que precisa organizar na sua cabeça. O amor necessário pelos sobrinhos e as lembranças felizes de um passado anterior aquele que a fez ir embora. A cidadezinha, a infância. Se dividindo entre rancor e esperança, velhas e queridas lembranças, mágoas insustentáveis, o destino arrumará uma forma de aproximá-la do que realmente importa: o verdadeiro amor.

Aceitar o fim daquilo que gostaríamos que fosse e conviver com uma realidade diferente daquela que fantasiamos é sem dúvida uma provação que pode lhe mostrar do que você é feito e pelo que seu coração é movido. Esquecer é sempre difícil, em muitos momentos impossível, onde a única saída pode ser a aceitação de que tudo na vida caminha entre expectativas e decepções. Como não comandamos nossos corações de forma muito exata, constante e coerente, entregamos-nos todos ao acaso, na esperança de que ele nos traga entendimento e libertação. O que geralmente se traduz em felicidade.

Não sei você, mas preciso desesperadamente saber como Cassie resolverá este conflito dentro de si mesma e constatar o quanto a vida pode imitar a arte e vice-versa.

Ficha Técnica

Autora … Karen White
Titulo Original … Falling Home
Selo: Novo Conceito (BR)
Ano: 2013 (BR)
Edição: 1
Páginas … 448
Preço Sugerido … R$ 34.90
Classificação … Ficção
Tema … DRAMA

Karen White

‘De Volta para Casa’ é escrito por Karen White (New York Times Bestselling Author). Karen está no seu 16º romance. Karen tinha dois sonhos desde muito jovem, ser escritora ou ser Scarlett O’Hara. Apesar do seu amor pela escrita ter nascido ainda na infância, Karen optou por uma carreira profissional formal e somente no ano 2000 resolveu se dedicar ao seu sonho. Ela vive perto de Atlanta, na Georgia, com o marido, dois filhos e Quincy, seu cãozinho. Apesar de viver nos Estados Unidos, passou uma boa parte de sua vida em Londres. ‘Falling Home’ no original, foi escrito em 2010, pelas informações que encontrei e chegou ao Brasil através da Editora Novo Conceito.

Facebook, Infos e Onde Comprar

Quer fazer parte da fanpage do livro e trocar suas impressões sobre o livro com outros leitores? Acho uma ideia bem interessante #fiKdiK. Você pode acessar a página oficial de pré-lançamento do livro no site da Editora Novo Conceito. Lá você consegue baixar um capítulo do livro e já consegue sentir um pouco da narrativa.

Para comprar o livro, a Saraiva está com uma promoção. Do preço sugerido de R$ 34,90 que consta no site, lá está por R$ 27,90 (baratex) – link para compra online.

Book Trailer

Ps: Este post possui links de conteúdos externos, caso tenha algum link quebrado, deixe um recado e me ajude a atualizar.

Contos Acústicos de Água e Fogo

Depois do fantástico ‘Contos de Água e Fogo’, o Nenhum de Nós volta a gravar um novo álbum. ‘Contos Acústicos de Água e Fogo’ mistura canções da discografia da banda, muitas canções do último álbum de inéditas, uma regravação e uma canção inédita: ‘Aquela Estação’. A releitura é da balada ‘Crimen’ de Gustavo Cerati, da cultuada banda argentina Soda Stereo, que já foi regravada pelo Capital Inicial com ‘A Sua Maneira’ (De Música Ligera).

Entre os clássicos estão ‘Julho de 83’ (Gravada originalmente no album Histórias Reais, Seres Imaginários de 2001), ‘Vou Deixar que Você Se Vá’ (Gravada originalmente no álbum Mundo Diablo de 1996), ‘Paz e Amor’ (Gravada originalmente no álbum homônimo de 1998) e ‘Feedback’ (Gravada originalmente no álbum Pequeno Universo de 2005, a letra é de ninguém menos que Martha Medeiros). Todas as outras canções constam do álbum ‘Contos de Água e Fogo’, que segundo minha avaliação pessoal é sem dúvida o melhor da carreira da banda.

Aproveite para curtir o vídeo da canção ‘Aquela Estação’

Faixas

  1. Último Beijo
  2. Outono Outubro
  3. Tu Vício
  4. Exatamente Igual
  5. Água E Fogo
  6. Crimen
  7. Julho De 83
  8. Um Pouquinho
  9. Primavera No Coração
  10. Aquela Estação
  11. Pequena
  12. Feedback
  13. Vou Deixar Que Você Se Vá
  14. Paz E Amor
  15. Início Fim

Onde Comprar

Há algum tempo o Nenhum de Nós se tornou uma banda independente. Atualmente quem comercializa os álbuns da banda é o site Stereophonica, que começou com um projeto junto ao duo Pouca Vogal e hoje atende: Humberto Gessinger, Duca Leindecker, Erasmo Carlos, Pouca Vogal, Esteban, Leoni, Nenhum de Nós, Ultramen, Bidê ou Balde, Cidadão Quem e Buenas e M’Espelho. Não recebi nada pela propaganda, mas certamente eles não precisam disso. Acessa lá que tem tudo que um fã precisa:

www.stereophonica.com.br

Ps: Esta publicação contém um link externo. Se o link estiver quebrado, por gentileza, deixe um recado.

Daft Punk – Lose Yourself To Dance

Achei esta referência no site Letras.MUS, como sendo ‘o novo clipe’ da dupla francesa. Achei estranho ser um vídeo que não foi publicado pela VEVO e mais estranho por não estar em HD. Então fui ler os comentários onde encontrei o link para o Vimeo. Lá, logo no título está descrito: ‘Fan Art’ o que fez a história ficar ainda mais interessante. Resolvi procurar mais e achei a versão original, em alta qualidade. E nela existem efeitos que nem eram visíveis nas outras publicações de qualidade inferior.

A-L-U-C-I-N-A-N-T-E. Nem precisa chamar o cara, basta oficializar e a VEVO publicar. A ideia de entrar dentro de um Studio 54 virtual ou quase como se fosse a viagem ácida de alguém, resgatando alguma memória antiga. Putzzzzzzzzzzzzzz ‘Random Access Memories’. Caramba, a coisa vai ficando cada vez mais genial. Que sacada de gênio. Agora o final com as portas se fechando e o som sendo abafado não poderia ser mais alucinante. Quem não vivenciou esta experiência, do lado de fora de alguma balada qualquer. Inacreditável.

O cara é tão fã, que além deste vídeo fantástico, ele se limitou a publicar na descrição do vídeo, o link para a compra oficial do álbum na iTunes. Nem falei da música, mas o que eu ainda posso dizer? É sem dúvida o melhor álbum do Daft Punk.

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