Quando me Apaixono [Trilha]

Eu já falei deste filme aqui. Quando me Apaixono ( Then She Found Me ) é estrelado, produzido e dirigido por Helen Hunt e tem participação de Colin Firth, Matthew Broderick e Bette Midler. A trilha sonora do filme é bem interessante, mas infelizmente parece que não foi lançada em cd.

Busquei referências em toda a internet e nada. Nem mesmo em sites americanos. Então resolvi sair em uma busca cansativa. Tive que baixar praticamente sete cds inteiros, pois não consegui encontrar as músicas individualmente e mesmo assim, tive que usar todas as fontes de busca que conheço, passando pelo Google, 4Shared, Rapidshare e arquivos Torrent. Demorou mas encontrei todas as músicas.

Para quem gostaria de tirar a dúvida, a música tema, que toca durante a abertura do dvd é ‘ I’ll Say I’m Sorry Now ‘ da cantora Shawn Colvin. Não esqueça de ouvir também ‘ Naked As We Came – Iron an Wine ‘.

Ficha Técnica

Título: Quando Me Apaixono
Título Original: Then She Found Me
Gênero: Soundtrack
Ano: 2008
Lançamento: Não
Artista: Vários
Download: 4Shared
Link: Download Álbum

Dúvidas para baixar o arquivo: Tutorial

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I’ve talked this film here. When Found Me produced and directed by Helen Hunt and has the participation of Colin Firth, Matthew Broderick and Bette Midler. The soundtrack of the movie is very interesting, but too often not was released on cd.

I looked for references in all the internet and nothing. Not even on U.S. websites. So I decided go on a tiring search. I had to download entire CDs almost seven, because there could find the individual songs and even then had to use all sources I know the search, through Google, 4Shared, Rapidshare and Torrent files. It took but I found all the songs.

For those who like to take the course, the theme song that plays during the opening of the DVD is ‘ I’ll Say I’m Sorry Now ‘ singer Shawn Colvin. Do not forget to also hear ‘Naked As We Came – Iron n Wine ‘.

Download in ‘Download Album’ (up)

Marido por Acaso

Este é mais um dos filmes que aluguei, gravei no computador e ficou ali perdido, até eu começar a gravar em dvd e resolver assistir. Minhas recentes experiências cinematográficas com Uma Thurman não são das melhores. Em 2006 com Minha Super Ex-Namorada (My Super Ex-Girlfriend) e em 2005 com Terapia do Amor (Prime), não dá para ficar muito empolgado. E se você me falar de Kill Bill, sinceramente, só quem curte anime que gostou daquilo, coisas de Quentin Tarantino.

A beleza da Uma Thurman é algo quase enigmático. É aquele tipo de garota que você se arrepende de ter dado um fora na adolescência, porque seus amigos achavam ela esquisita, virou mulher e incrivelmente atraente.

Por coincidência, mais um filme com a participação de Colin Firth, já que o último filme que falei aqui, também era com ele. Para completar o triângulo amoroso, Jeffrey Dean Morgan, que eu confesso, assisti o filme inteiro jurando ser Javier Bardem e só fui descobrir que não era, fazendo este post. De todas as comparações que você já viu na vida, nenhuma, nenhuma pode chegar a esse grau de semelhança:

O filme traz uma reflexão interessante, sobre julgamento, sobre estatizar sentimentos, sobre a força da palavra. Apesar de envolta de uma comédia romântica, o filme é bastante interessante, mesmo que ele não se aprofunde tanto nesta questão, o que por outro lado tiraria a leveza do filme, então talvez ele fale na medida certa. Também aborda outro assunto interessante, como me disse um publicitário famoso: ‘O importante não é saber quando entrar em um negócio, mas o momento certo de sair dele’. O que serve para qualquer tipo de relação, inclusive ou talvez principalmente, no amor.

Jeffrey Dean Morgan no papel do bombeiro Patrick Sullivan, convence como o cara aparente rude mas muito romântico, bem bacana. Colin Firth faz novamente o estilo inglês, educado e centrado, que não perde a compostura e a Uma Thurman ganhou minha simpatia definifivamente. Bonita ela é, mas precisava gostar dela como atriz. Gostei dela, gostei do filme e recomendo.

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Quando me Apaixono [Filme]

Achei este filme ‘perdid’o na prateleira de ‘não lançamento’. Fiquei surpreso ao ver que foi lançado há muito tempo, em 2008. Não vou fazer uma sinopse do filme, pois estragaria o sentido e algumas ‘surpresas’. O que posso dizer é que se trata de mais um filme sobre cotidiano, escolhas, amor, relacionamentos, sentimentos, decepções, o jeito torto da vida e sobre as peças que o destino insiste em nos pregar.

Helen Hunt é uma mulher realmente bonita e tem uma maneira particular de interpretar este tipo de tema, exageradamente dramática. Suas feições e principalmente sua magreza exagerada agregam uma atmosfera mais densa aos conflitos internos, vividos por April (Helen). Colin Firth novamente faz o papel do inglês, desastrado e distraído e mesmo assim sedutor, no estilo ‘Diário de Bridget Jones’ ou ‘Hope Springs’. Matthew Broderick faz o papel de Matthew Broderick mesmo.

O filme é muito bom, tem conflitos profundos que muitas vezes são amenizados pela trilha sonora, que é capaz de fazer um fato pesado, como um enterro, parecer algo engraçado.

Dirigido e produzido (leia-se bancado) pela própria Helen Hunt, tem uma trilha sonora muito interessante. Estou baixando as músicas separadamente, pois não foi lançado em cd a trilha original. Quando terminar de achar todas as músicas eu publicarei aqui.

Se quiser saber mais sobre o filme…

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A Ressaca

Mais um filme de John Cusack, que apesar de algumas escorregadas na carreira, gosto dele como ator. Se você não acha o mesmo, precisa ver ele em:

2008 – Guerra S.A. (War, Inc.)
2007 – Nossa Vida sem Grace (Grace is Gone)
2007 – 1408 (1408)
2007 – Ensinando a Viver (The Martian Child)
2005 – Procura-se um amor que goste de cachorros (Must love dogs)
2003 – O Júri (Runaway Juri)
2003 – Identidade (Identity)
2001 – Os Queridinhos da América (America’s Sweethearts)
2001 – Escrito nas Estrelas (Serendipity)
2000 – Alta Fidelidade (Alta Fidelidade)
1999 – Quero Ser John Malkovich (Being John Malkovich)

Destaque para ‘Nossa vida sem Grace’ e ‘Ensinando a Viver’, dois belos filmes.

Mas voltando A Ressaca, as sinopses contam uma parte importante, mas que é necessária para instigar você a alugar o filme. Adam (John Cusack) foi abandonado por sua namorada. Lou (Rob Corddry) adora uma festa, mas não consegue encontrar nenhuma. Nicky (Craig Robinson) tem sua vida controlada pela esposa e Jacob (Clark Duke), sobrinho de Adam, é fanático por videogame e, por causa disto, raramente sai de casa. Eles são amigos e, após uma noite de muita bebedeira, acabam na banheira de hidromassagem de um resort de esqui, onde os três amigos costumavam ir curtir o festival de inverno. Sem saber como, eles acordam em pleno 1986.

É impagável a cena em que eles começam a perceber que voltaram no tempo, com características ao melhor estilo “Best 80’s”. Aqueles que todo mundo adora dizer que não existem mais. O estilo brega, as músicas bregas, fita K7, walkman, celular tijolão e por aí vai…

Vou tentar disponibilizar a Trilha Sonora.

Ficha Técnica

título original … Hot Tub Time Machine
gênero … Comédia
duração … 1h40m
ano de lançamento … 2010
site oficial: … hottubtimemachinemovie.com
estúdio … MGM
distribuidora … Imagem Filmes
direção … Steve Pink
roteiro … Josh Heald, Sean Anders e John Morris
referência … Baseado em história de Josh Heald
produção … John Cusack, Grace Loh, Matt Moore e John Morris
música … Christophe Beck
fotografia … Jack N. Green
direção de arte … Kelvin Humenny e Jeremy Stanbridge
figurino … Dayna Pink
edição … George Folsey Jr. e James Thomas
efeitos especiais … Mr. X

Elenco

John Cusack … Adam
Clark Duke … Jacob
Craig Robinson … Nick
Rob Corddry … Lou
Sebastian Stan … Blaine
Lyndsy Fonseca … Jennie
Crispin Glover … Phil
Charlie McDermott … Chaz
Lizzy Caplan … April

O Pior Trabalho do Mundo

‘O Pior Trabalho do Mundo’ é uma grande sátira ao mundo das celebridades. Traz no papel o famigerado Aldous Snow (Russell Brand), um astro pop completamente maluco, excêntrico e drogado. De maneira bem esculhambada (atente para a trilha sonora), ao mesmo tempo que faz uma sátira com os bastidores do showbizz, faz a gente refletir um pouco sobre o assunto. A idolatria sem sentido, a dificuldade de lidar com o dinheiro e a fama e acima de tudo, a dificuldade de lidar com pessoas que só enxergam em um artista, tudo que podem sugar dele.

Russel Brand está hilário no filme e carrega ele nas costas. Particularmente não gosto desse perfil que Jonah Hill faz, do gordo, babaca, molenga, sexualmente frustrado, como se só pessoas magras e atléticas transassem. De 10 filmes que ele faz, 9 ele tem esse perfil.

Para quem curte comédia paspalhona, como Zoolander, com um toque de Bruno e Borat (digamos a parte engraçada dos filmes), vai curtir. O filme traz várias celebridades interpretando elas mesmas, como Pink, Cristina Aguilera, Mário Lopez, Lars Ulrich (Metallica) e segue a lista…

Ficha Técnica

Título no Brasil: O Pior Trabalho do Mundo
Título Original: Get Him to the Greek
País de Origem: EUA
Gênero: Comédia
Tempo de Duração: 109 minutos
Ano de Lançamento: 2010
Estúdio: Universal Filmes
Direção: Nicholas Stoller

Elenco

Russell Brand … Aldous Snow
Jonah Hill … Aaron Green
Elisabeth Moss … Daphne Binks
Colm Meaney … Jonathan Snow
Rose Byrne … Jackie Q
Zoe Salmon … A Própria
Lars Ulrich … O Próprio
Mario López … O Próprio
Pink … A Própria
Billy Bush … O Próprio
Kurt Loder … O Próprio
Christina Aguilera … A Própria
Danny O’Leary … O Próprio

Trilha Sonora

A trilha é um caso a parte, as letras falam as maiores pornografias e esquisitices que você possa imaginar, como doenças venereas pra baixo. Todas interpretadas pelo próprio Brand no papel do cantor Aldous Snow. O pior que esquecendo a letra, as músicas são interessantes.

Vou colocar aqui para download.

Jan A. P. Kaczmarek

Ontem enquanto assistia o filme ‘ O Visitante’, pela segunda vez, disse a minha noiva: ‘- Adoro trilhas sonoras como esta, parece com a trilha de Hachiko’. A comparação tinha fundamento, já que ambas foram feitas pela mesma pessoa.

Jan Andrzej Pawel Kaczmarek (29 de abril de 1953), é um premiado compositor polonês, que vive e trabalha nos Estados Unidos desde 1989. Ele já escreveu a trilha de 50 longas e documentários, incluindo ‘Em Busca da Terra do Nunca’ (Finding Neverland), onde ganhou um Oscar e um National Board of Review. Também se destaca: Infidelidade (Unfaithful), Ao Entardecer (Evening), O Visitante (The Visitor), Washington Square.

Carreira

No final de 1970, Kaczmarek começou a trabalhar com Jerzy Grotowski e seu inovador ‘Teatro Laboratório’. Ele criou a ‘Orchestra of the Eighth’ (Orquestra do Oitavo Dia) em 1977. Gravou seu primeiro álbum, ‘Music for the End’ em 1982 nos USA, pela gravadora Flying Fish Records.

Em 1989, Kaczmarek mudou-se para Los Angeles, Califórnia (USA). Em 1992 ele ganhou o ‘Drama Desk Award de Outstanding Music in a Play’ pela sua música incidental para ‘Tis Pity She’s a Whore’. Sua música foi lançada pela Sony Classical, [Decca], Varese Sarabande, Verve, Epic, Milão e Savitor Records . Ele dá concertos nos USA e Europa.

Em 2005, Kaczmarek recebeu o Oscar de Melhor Trilha Sonora Original pela canção de ‘Em Busca da Terra do Nunca’ (Finding Neverland), ótimo filme por sinal, com Johnny Depp e a Kate Winslet, filme dirigido por Marc Forster. Kaczmarek também ganhou o ‘National Board of Review’ como ‘Melhor Trilha do Ano’ e foi nomeado para um Globo de Ouro e ao BAFTA’s Anthony Asquith Award para ‘Achievement in Film Music’.

Além de seu trabalho em filmes, Kaczmarek foi contratado para escrever duas peças sinfônicas e corais para dois importantes momentos nacionais da Polónia: ‘Cantata for Freedom’ (Cantata para a Liberdade), em 2005, para celebrar o 25º aniversário Movimento Solidário e ‘Oratorio 1956’, em 2006, para comemorar o 50º aniversário de uma sangrenta revolta contra o governo totalitário em Poznan, na Polônia.

Ambas as estreias foram transmitidas ao vivo na televisão nacional polonesa. Kaczmarek é um membro da American Academy of Motion Picture Arts and Sciences, da Academia de Cinema Europeu e da Academia de Cinema Polonês.

Em 2007, Kaczmarek começou a trabalhar para criar um instituto de cinema em seu país natal, a Polônia. Inspirado pelo Instituto Sundance, ele pretende servir como um centro europeu para o desenvolvimento de novos trabalhos no cinema, teatro, música e novas mídias.

O Istytut Rozbitek foi inaugurado este ano (2010).

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