Abraham Lincoln: Caçador de Vampiros e experiência com 3D

Abraham Lincoln: Caçador de Vampiros, acredite, foi minha primeira experiência em 3D. Confesso que eu tinha um pouco de receio em me sentir mal e estragar o programa de quem estivesse ao meu lado. Então, na primeira oportunidade de ir sozinho, aproveitei para saber se vale a pena passar duas horas com um óculos na cara.

Constatei algumas coisas:

1. Eu já imaginava, mas animações 3D são muito mais interessantes que filmes em 3D. Os trailers passados antes do filme já valeram parte do ingresso, ao menos para alguém como eu, que nunca tinha entrado em uma sala de cinema 3D.

2. Fica como dica para os menos experientes em salas de cinema 3D: quando receber o óculos, veja se a lente não está arranhada. Os arranhões do meu ficavam tão visíveis em determinados momentos, que quebravam todo o clima de imersão no filme. Não dá para acreditar em algo colado na sua cara, se tem uma sujeita na imagem.

Fui levado a assistir Abraham Lincoln: Caçador de Vampiros pelo tema, pelo trailer e pelo belíssimo poster. Ouvi algumas críticas negativas e outras medianas, mas te garanto que não passa de gente chata reclamando de detalhes que muito provavelmente você não levará em consideração. Poderia ser melhor? Poderia, mas ainda assim não me arrependo de comprar o ingresso e assistir o filme. O filme tem produção de Tim Burton, que provavelmente participou do processo criativo ou ao menos serviu de inspiração.

Em filmes o 3D pode não ter a mesma aplicação de animações, mas em algumas cenas são interessantíssimos e nos abrem uma nova forma de pensar na direção de algumas cenas. Em uma parte do filme, você visualiza Lincoln fazendo um discurso para um mar de pessoas, onde os efeitos de profundidade do 3D dão uma dimensão especial para a cena, trazendo uma sensação da dimensão do espaço, muito mais real.

Sinopse

Em 1818, Abraham Lincoln vive em Indiana com seus pais, Nancy (Robin McLeavy) e Thomas (Joseph Mawle), que trabalha em uma fazenda de propriedade de Jack Barts (Marton Csokas). Lá, faz amizade com o garoto William Johnson. Ele intervém quando vê Johnson ser espancado por um supervisor e acaba sendo agredido junto, a ação de seu filho faz Thomas o defender diante do supervisor. Naquela noite, Lincoln vê Barts invadir sua casa e atacar sua mãe Nancy. Ela fica doente no dia seguinte e morre pouco depois. Thomas diz que Barts envenenou Nancy.

Nove anos mais tarde, um Lincoln vingativo (Benjamin Walker), ataca Barts nas docas, mas Barts, que é na verdade um vampiro acaba o dominando. No entanto, antes de Barts matá-lo, Lincoln é resgatado por Henry Sturgess (Dominic Cooper). Sturgess explica que os vampiros existem, e se oferece para ensinar Lincoln para ser um caçador de vampiros.

Lincoln aceita a ‘nobre missão’, mas no fundo é movido apenas pela vingança contra Barts. Seu amigo Anthony Mackie irá se juntar a ele nesta missão pouco honrosa. Diante de muitos outros problemas que afetam o mundo dos vivos, Abraham Lincoln se tornará presidente do Estados Unidos, mas o destino lhe fará voltar a exercer seu antigo e desconhecido ofício.

Ficha Técnica

Título Original … Abraham Lincoln: Vampire Hunter
Origem … USA
Gênero … Aventura Fantástica / Suspense
Duração .. 105 min
Lançamento … 2012
Direção … Timur Bekmambetov
Roteiro … Seth Grahame-Smith baseado no seu livro homônimo
Produção … Tim Burton

Elenco

Benjamin Walker como Abraham Lincoln
Dominic Cooper como Henry Sturges
Anthony Mackie como Will Johnson
Mary Elizabeth Winstead como Mary Todd Lincoln
Rufus Sewell como Adam
Marton Csokas como Jack Barts
Jimmi Simpson como Joshua Speed
Joseph Mawle como Thomas Lincoln
Robin McLeavy como Nancy Lincoln

Piratas do Caribe – A trilogia de quatro, cinco e seis…

Dia 20 de maio, chegará as telas dos cinemas de todo o mundo, o quarto filme da franquia ‘Piratas do Caribe’ (Pirates of the Caribbean), a trilogia que virou quadrilogia (ou tetralogia).

A Trilogia

Em 1990 começaram as primeiras tentativas de escrever um roteiro inspirado no parque temático ‘Piratas do Caribe’ no Magic Kingdom Disney Orlando, mas foi rejeitado pelo produtor que achou se tratar de mais uma história de piratas sem grandes novidades. Doze anos se passaram para que em 2002 um roteiro fosse reescrito, desta vez por Stuart Beatlie. Chamaram um cara que entendia do assunto, afinal, para você ter uma idéia, são dele os roteiros do excelente ‘Colateral’, o surpreendente ‘Fora de Rumo’ e enigmático ‘Australia’.

Stuart Beatlie escreveu o primeiro roteiro de Piratas do Caribe: A Maldição do Pérola Negra (Pirates of the Caribbean: The Curse of the Black Pearl) quando a Walt Disney Pictures® trouxe para o projeto os escritores Ted Elliott e Terry Rossio que participaram do primeiro filme e deram continuidade com Piratas do Caribe: O Baú da Morte (Pirates of the Caribbean: Dead Man’s Chest) e Piratas do Caribe: No Fim do Mundo (Pirates of the Caribbean: At World’s End). Os três primeiros filmes de aventura fantástica foram dirigidos em parceria entre Gore Verbinski e Rob Marshall, com produção executiva do excelente Jerry Bruckheimer que traz nas costas sucessos como: Top Gun, A Rocha (The Rock), Maré Vermelha (Crimson Tide), Con-Air, Armageddon, o excelente ‘Inimigo do Estado’ (Enemy of the State), 60 Segundos (Gone in 60 Seconds), Falcão Negro em Perigo (Black Hawk Down), Pearl Harbor, Piratas do Caribe (Pirates of the Caribbean), Rei Arthur (King Arthur), O Príncipe da Pérsia (Prince of Persia).

O Spin-Off

Ao final de ‘Piratas do Caribe: No fim do Mundo’Bruckheimer havia declarado que a franquia havia se encerrado com a trilogia, porém, já existia rumores da possibilidade do que chamam de um spin-off, um roteiro fora da trilogia (já andei lendo matérias sobre Piratas do Caribe 5 e 6). Johnny Depp se tornou o ator mais bem pago de Hollywood quando assinou contrato para o quarto filme da franquia, Piratas do Caribe: Navegando em Águas Misteriosas (Pirates of Caribbean: On Stranger Tides), com um contrato de US $ 55 milhões.  Se levarmos em consideração que a trilogia já arrecadou US $2,68 bilhões dólares em todo o mundo e que muito desse sucesso é responsabilidade de Depp, nem é tanto assim.

Johnny Depp

Na pele de Jack Sparrow, Depp certamente incorporou o maior papel de sua vida até agora. Sem medo de errar, Depp é um dos maiores atores do mundo, mas quando incorpora o pirata Jack Sparrow, parece usar todas as suas cartas de uma só vez. Ele faz o galã, o maluco, o idiota e o palhaço, tudo ao mesmo tempo e vagueia entre suas personagens com uma simples mudança de expressão facial. É estranho como Piratas do Caribe tinha tudo para se tornar mais um filme idiota de sessão da tarde feito pela Disney Pictures, mas Johnny Depp conseguiu colocar o filme em outro nível. Claro que os efeitos especiais são excelentes, mas um pirata que usa rimel, faixinha vermelha na cabeça, colares que foram comprados de algum ambulante e um monte de aneizinhos na mão e mesmo assim parecer mais macho que todos os outros piratas mal encarados, é de se levar em consideração. Muitas das características da personagem foram do próprio Depp, como os dentes de ouro, que dizem, ter sido uma exigência. Quem também ajudou na caracterização do pirata Jack Sparrow foi o talentoso e singular Tim Burton e não poderia ser diferente.

O livro que inspirou o filme

O quarto filme da franquia, Piratas do Caribe: Navegando em Águas Misteriosas é baseado no livro ‘On Stranger Tides’, escrito por Tim Powers em 1987 e teve seus direitos adquiridos em 2009 pela Walt Disney Pictures. O livro traz uma personagem chamado ‘Jack Shandy’, mas que não tem semelhanças com o personagem Jack Sparrow, dizem os envolvidos (apesar das semelhanças entre a obra literária e os filmes da trilogia). Alguns sites até citam que o nome Jack Sparrow foi uma homenagem a obra de Tim Powers, o que não é oficial. No mínimo podemos dizer dessa fonte eles beberam.

O livro traz o personagem Barba Negra, um dos piratas mais famosos que já existiu além da ficção. Uma das características do livro de Powers é justamente a mistura de ficção e realidade. Barba Negra (Blackbeard), nascido Edward Teach foi um pirata muito famoso nascido em 1680. Seu navio, o ‘Queen Anne’s Revenge’ era um navio mercante francês, o ‘La Concorde’, de 300 toneladas,capturado em 1716, o qual o sanguinário pirata transformou em uma verdadeira fortaleza marinha agregando 40 canhões a embarcação, tornando-se uma lenda nos sete mares. Barba Negra foi assassinado e decapitado em 1718. O naufragado ‘Queen Anne’s Revenge’ foi encontrado em 1996 no litoral da Flórida, a uma profundidade aproximada de 10 metros. No livro, Powers fala de piratas, zumbis, sereias e vudu, tudo ao mesmo tempo, imagina se não iria fazer sucesso.

Piratas do Caribe: Navegando em Águas Misteriosas


O quarto filme tem estréia mundial agendada para 20 de maio (daqui a 5 semanas). A bela Keira Knightley não participa deste filme, agora quem faz o par romântico com Johnny Depp é Penélope Cruz, que nunca achei fazer jus ao que falavam de sua beleza, mas que neste papel está muito sedutora. No filme o Capitão Jack Sparrow retorna para embarcar em uma nova aventura, a bordo do ‘Queen Anne’s Revenge’, o navio do lendário Barba Negra, pai da enigmática Angelica (Penélope Cruz), com quem Sparrow compartilha um passado misterioso. Ele não sabe se ela o ama de verdade ou apenas o seduz, para que ele a leve até a, tão procurada, fonte da juventude.

A trilha sonora é novamente assinada pelo excelente Hans Zimmer, mas existe outro músico envolvido no filme. O ‘Rolling Stones’ Keith Richards vem na pele de quem? de quem? Só podia, pai de Jack Sparrow. Afinal, a loucura precisa ser genética.

Elenco

Johnny Depp como Jack Sparrow: o ex-capitão do Pérola Negra, que agora está em busca da Fonte da Juventude.
Penélope Cruz como Angélica: filha de Negra e de interesse amoroso Sparrow.
Ian McShane como Barba Negra: o capitão pirata do ‘Queen Anne’s Revenge’ que quer recuperar sua juventude encontrando a Fonte da Juventude.
Geoffrey Rush como Capitão Hector Barbossa: um antigo pirata capitão, agora um corsário na corte do Rei George II e capitão do HMS Providence.
Kevin McNally como Joshamee Gibbs: primeiro companheiro de Sparrow, sócio e melhor amigo.
Richard Griffiths como o Rei George II: governante do Império Britânico.
Stephen Graham como Scrum: um pirata que integram o ‘Queen Anne’s Revenge’.
Greg Ellis como Tenente Theodore Groves
Damian O’Hare como Tenente Gillette
Gemma Ward como Tamara, uma sereia.
Sam Claflin como Philip Swift, um fiel missionário.
Keith Richards como Capitão Teague: é o pai de Jack Sparrow.
Astrid Bergès-Frisbey como Syrena, uma sereia.

Se depender dos posters do filme, já é mais um sucesso garantido. Segue abaixo cada um deles.

 

Quer ter estes posters em alta resolução? Então aproveita que eu sou um cara legal.

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Cenas




O Fantástico Sr. Raposo

Para mim, existem filmes que existem uma importância sensorial, emocional, plástica, intelectual. Alguns podem ser confusos, desagradáveis, mas se você não ve-los, perdeu uma grande oportunidade de evoluir, de mudar paradigmas.

Algumas coisas, fogem da nossa compreensão, mas não quer dizer que não fazem sentido. O ser humano tem por necessidade, entender, encontrar lógica, nexo. Quando isso não acontece, repudiamos. O mocinho morrer no final? Não, não faz sentido. O que dizer de obras como escrita pelo incrível Roald Dahl?

A ‘Fantástica Fábrica de Chocolates’, ‘Matilda’, ‘James e o Pessego Gigante’, ‘Os Gremlins’… Precisa dizer mais? (leia mais sobre Roald aqui).

São histórias que beiram o que poderiamos classificar erroneamente de bizarro, de estranho. Mas pergunta se existe uma pessoa que não conheça Gremlins ou A Fantástica Fábrica de Chocolates? O excentrismo do Mr. Wonka, na verdade se explica pela sua história, sua infância, suas tristezas, sua solidão. Assim como todo ser humano.

E para o cinema, as adaptações pedem outros gênios do ‘diferente’, da ousadia, do novo, do plástico, da quebra de paradigmas, como Tim Burton em Sweeney Todd.

Wes Anderson que adaptou o livro de Roald, ‘Raposas e Fazendeiros’, para o filme de stop-motion ‘O Fantástico Sr. Raposo’. É certamente um filme que causa estranheza, tira você do lugar comum e é bem provável que a dificuldade de entender as entrelinhas, pode fazer você achar ruim.

O filme na verdade, faz um paralelo, da raposa, tão conhecida como símbolo de astuta e maliciosa, afinal, é uma predadora. Wes transporta para a animação, em um stop-motion tão duro, que parece mal feito, faz você pensar que usaram frames de menos. O choro dos personagem, é completamente fake.

A história que traz um antropomorfismo (semelhante a forma humana) dos personagens muito forte, transformando raposas em verdadeiros humanos, com problemas, fraquesas e demais mazelas humanas, em um paradoxo de fundir a ‘cuca’, pois na verdade, o objetivo todo, é mostrar que aquela pose de gente, esconde a verdadeira natureza animal, sua vontade e direito de ser assim.

Onde em meio a grandes problemas existenciais, a única coisa realmente divertida e vigorosa é caçar galinhas, algo meio sem glamour para alguém tão inteligente e de tão autoestima, que se autointitula ‘O Fantástico Sr. Raposo’. De uma certa modo, mostra de forma subliminar, a capacidade que temos de ser cada dia menos humanos, preocupados com tantas coisas, que na verdade, não alimentam nossos desejos, apenas ocupam nossas vidas, deixando o que realmente importa, reprimido, nos tornando cada dia mais frustrados e repletos de problemas que só a psicologia ou a psiquiatria poderão responder.

Talvez uma boa forma de refletir agora, em que todo mundo acha o suficiente, ficar duas semanas em férias, após passar um ano inteiro em um trabalho toma toda sua vida, e você pensando que com dinheiro, você pode comprar uma compensação.

Ficha Técnica

título original: The Fantastic Mr. Fox
gênero: Animação
duração: 1h27m
ano de lançamento: 2009
site oficial: www.ofantasticosrraposo.com.br
estúdio:

  • American Empirical Pictures
  • 20th Century Fox Film Corporation
  • Blue Sky Studios
  • Indian Paintbrush
  • 20th Century Fox Animation

distribuidora: 20th Century Fox
direção: Wes Anderson
roteiro: (baseado em livro de Roald Dahl)

  • Wes Anderson
  • Noah Baumbach

produção:

  • Wes Anderson
  • Allison Abbate
  • Jeremy Dawson
  • Scott Rudin

música: Alexandre Desplat
fotografia: Tristan Oliver
direção de arte:
edição: Andrew Weisblum
efeitos especiais:

  • Lip Sync Post
  • Stranger

Elenco

George Clooney (Sr. Raposo)
Meryl Streep (Sra. Raposa)
Adrien Brody (Rickity)
Owen Wilson (Técnico Skip)
Willem Dafoe (Rato)
Jason Schwartzman (Ash)
Bill Murray (Texugo)
Brian Cox (Boggis)

Roald Dahl

O escritor Roald Dahl nasceu no distrito de Llandaff no País de Gales em 13 de Setembro de 1916.

Você provavelmente nunca ouviu falar de Roald, mas com certeza conhece algumas de suas obras. A principal obra que lhe rendeu fama mundial foi o livro ‘A Fantástica Fábrica de Chocolate’ (Charlie and the Chocolate Factory).

Sua imaginação foi muito estimulada na infância pelas histórias que sua mãe lhe contava sobre os trolls, as míticas criaturas das lendas norueguesas. Oriundo de uma família de comerciantes noruegueses, o pai faleceu quando tinha apenas quatro anos. Para que tivesse uma boa educação, a mãe vendeu as suas jóias e o enviou a um colégio particular em Derbyshire, que o marcou pela brutalidade instituída.

Concluídos os seus estudos aos dezoito anos de idade, preferiu juntar-se a uma expedição pesqueira Terra Nova’ (Terra nova é uma ilha no noroeste do Oceano Atlântico) em vez de prosseguir para a universidade.

Com a deflagração da Segunda Guerra Mundial, alistou-se na Royal Air Force, voando em missões sobre a Grécia, sobre a Síria (onde ficou ferido) e a Líbia (onde fraturou o crânio após a sua aeronave ter sido abatida). Em convalescença do seu traumatismo, terá tido sonhos estranhos cuja recordação procurou anotar. Assim, instigado por C.S. Forester (Pseudônimo de Cecil Louis Troughton Smith um escritor Britânico que escrevia livros com temas de guerra), publicou o seu primeiro conto ‘A Piece of Cake’, no Saturday Evening Post (revista publicada nos Estados Unidos entre 1821 e 1969).

Em 1942 foi destacado para Washington como adido de aeronáutica para o Serviço de Segurança Britânico, sendo promovido a comandante de esquadrão no ano seguinte. Nesse mesmo ano de 1943 publicou o seu primeiro livro infantil, The Gremlins, destinado a servir de roteiro para um filme dos estúdios de Walt Disney.

O livro ‘Charlie and the Chocolate Factory’ (A Fantástica Fábrica de Chocolate) recebeu duas adaptações para o cinema. A última transposição do conto para a telona foi com o filme homônimo do diretor Tim Burton, com o ator Johnny Depp no papel de Willy Wonka. A primeira adaptação ao cinema foi dirigida por Mel Stuart em 1971, com adaptação feita pelo próprio escritor. Essa primeira versão para o cinema teve Gene Wilder como o polivalente Mr. Wonka.

De sua autoria são também, outros livros que ficaram famosos na telinha como:

‘Os Gremlins’ (The Gremlins) – escrito em 1943 – Adaptado para o cinema por Chris Columbus
‘Matilda’ – escrito em 1988 – Adaptado para o cinema em 1996
‘James e o Pêssego Gigante’ (James and the Giant Peach) – escrito em 1961 – Adaptada por Tim Burton

Escreveu outros livros importantes como  ‘O Pároco de Nibbleswicke’ (The Vicar of Nibbleswicke), com ilustrações de ‘Quentin Blake’, que teve seus direitos totalmente destinados ao tratamento de crianças com síndromes neurológicas. Seu livro ‘As Bruxas’ (The Witches) foi censurado e consta da lista de livros censurados. Roald morreu em em 1990, decorrente de uma doença no sangue. Seus livros porem, não perderam a popularidade. Somente as edições no Reino Unido já alcançaram 30 milhões de exemplares, com mais de um milhão a cada ano.

A preocupação de Roald Dahl em ajudar crianças que necessitavam de cuidados médicos, foi perpetuada pela sua esposa, que continuou seu projeto após sua morte, com a Fundação Roald Dahl com doações para as áreas de alfabetização e neurologia.

Atualizando (17.12.10)

Seu último livro adaptado ao cinema, foi o longa de animação ‘O Fantástico Sr. Raposo’ (Fantastic Mr. Fox) – escrito em 1970 e adaptada ao cinema em 2009 pelo diretor Wes Anderson.