Bem Me Quem, Mal Me Quer

Bem Me Quem, Mal Me Quer ou À la folie… Pas du Tout (na tradução livre seria algo como: ‘Na loucura…De modo algum’), é o primeiro longa da carreira da atriz e diretora Laetitia Colombani. E a estreia de Colombani começou com o pé direito. A escolha de Audrey Tautou foi muito acertada para o papel de uma protagonista de personalidade dúbia. Com suas feições angelicais, que fizeram sucesso no inesquecível ‘O Fabuloso Destino de Amélie Poulain’, Tautou é a atriz perfeita para lhe colocar em dúvida sobre a realidade, com uma imagem acima de qualquer suspeita.

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O filme tem um plot twist fantástico e não cabe a mim lhe trazer qualquer spoiler, portanto me limitarei a indicar o filme como um ótimo thriller. Talvez o ponto mais mediano do filme seja o ator Samuel Le Bihan, que passa muito anônimo. Não é o ator que você conhece e sai pesquisando sua filmografia.

Bem Me Quem, Mal Me Que inicia com Angélique (Audrey Tautou) em uma floricultura, combinando com sua aura de doçura angelical. Angélique é uma artista plástica que trabalha em uma lanchonete durante o dia, além de cuidar da casa de uma família enquanto viajam. Ela desenvolve uma grande paixão pelo seu vizinho, o médico Loïc (Samuel Le Bihan). A despeito da opinião de seus amigos, Angélique persiste na idéia de que Loïc também a ama da mesma maneira, transformando o que de início parecia ser relacionamento amoroso em uma perigosa obsessão.

Ficha Técnica

Título Original … À la folie… Pas du Tout
Origem … França
Gênero … Romance / Suspense
Duração .. 92 min
Lançamento … 2003
Direção … Laetitia Colombani
Roteiro … Laetitia Colombani

Elenco

Audrey Tautou como Angélique
Samuel Le Bihan como Loïc Le Garrec
Isabelle Carré como Rachel
Clément Sibony como David

Chocolate

Faz muito tempo que eu conheço este filme, mas me recusava a alugá-lo pois podia jurar que o protagonista era Antonio Banderas. Talvez tinha esta sensação por este visual breguíssimo do Johnny Depp a la Latin Lover. Ao lado de Johnny Depp está a sensualíssima Julliet Binoche, que é certamente a encarnação do estereótipo que fazemos da mulher francesa. Sempre sensual, lasciva, libidinosa, provocante, permissiva, insinuante, sedutora, tudo 24 horas por dia. A cada palavra, um olhar, um movimento labial, um mistério no ar.

Sabe aquela lista de 10 personalidades que sua esposa ou seu esposo permitiria uma traição caso essa situação impossível pudesse acontecer? Pois bem, assista Chocolate e prepare-se para atualizar sua lista.

Sinopse

Vianne Rocher (Juliette Binoche), uma jovem mãe solteira, e sua filha Anouk(Victorie Thivisol), são as mais novas moradoras do vilarejo (fictício) de Lansquenet-Sous-Tannes no interior da França. Lá decidem abrir uma loja de chocolates que funciona todos os dias da semana. Além da cidade possuir pouquíssimos moradores, a população não é muito receptiva com seus ‘forasteiros’ e vivem reprimidos sob um regime cristão que determina a postura e conduta de seus moradores. Quando Vianne decide não participar das missas locais, acaba se tornando automaticamente mal quista por parte dos moradores. Assim Vianne terá que conquistar cada morador, um a um, para que sua pequena loja de chocolates prospere.

Curiosidades

O vilarejo de Lansquenet-Sous-Tannes não existe de fato. As filmagens foram rodadas no pequeno vilarejo de Flavigny-sur-Ozerain na Borgonha, França e na Rue De L’Ancienne Poste em Beynac-et-Cazenac no rio Dordogne em Dordogne, na França. As cenas do rio foram feitas no lago Fonthill em Fonthill Bishop, Wiltshire, Inglaterra. As cenas internas no Shepperton Studios, em Surrey, Inglaterra.

A linda e fofa atriz infantil Victoire Thivisol, que antes de chocolate ganhou um prêmio de Melhor Atriz no Festival de Veneza, pelo filme Ponette, só fez um único filme após Chocolate. ‘Les grands s’allongent par Terre’. Quando o filme foi lançado ela tinha 9 anos, hoje tem 21.

Ficha Técnica

Título Original … Chocolat
Origem … Inglaterra/França
Gênero … Romance
Duração .. 121 min
Lançamento … 2000
Direção … Lasse Hallström
Roteiro … Robert Nelson Jacobs

O filme é baseado no romance homônimo da escritora britânica Joanne Harris. É uma belíssimo filme, excelente para assistir a dois. Destaque para a belíssima atuação de Judi Dench, como sempre. De Alfred Molina no papel do chatíssimo e conservador Comte de Reynaud, além de Lena Olin no papel da doce desajustada Josephine Muscat. Da diva do cinema Leslie Caron e da eterna Trinity (trilogia Matrix), Carrie-Anne Moss.

Elenco

Juliette Binoche como Vianne Rocher
Victoire Thivisol como Anouk
Johnny Depp como Roux
Judi Dench como Armande Voizin
Alfred Molina como Comte de Reynaud
Leslie Caron como Madame Audel
Carrie-Anne Moss como Caroline Clairmont
Lena Olin como Josephine Muscat

Ps: Fiz uma lista de uns 26 filmes de acervo para locar. Em determinado momento, a proprietária da locadora me diz assim: Esse Chocolate não achei, serve este ‘Como Água para Chocolate’? O que você responderia diante de uma pergunta tão, tão, tão digamos inusitada?

Amor e Ódio – La Rafle

Amor e Ódio (La Rafle) é um interessante filme francês que conta uma passagem desconhecida por mim e provavelmente por você, sobre a segunda guerra mundial, mostrando que a Alemanha Nazista não foi a única responsável pelas atrocidades cometidas durante esta triste parte da nossa história. O filme faz um mea culpa contanto fatos reais passados em 1942, quando a França que era tida como uma terra livre para os judeus, acabou entregando mais de 25.000 refugiados para o exército nazista. Destas 25.000 pessoas, uma grande parte foi protegida e escondida por moradores franceses, apesar das ameaças do governo alemão e francês, o que evitou um massacre ainda maior.

O filme retrata o triste acontecimento do dia 16 de junho onde um trem repleto de crianças foi mandado para o campo de Auschwitz-Birkenau. Os campos localizavam-se no território dos municípios de Auschwitz e Birkenau, versões em língua alemã para os nomes polacos de Oswiecim e Brzezinka, respectivamente, área distante cerca de 70km da cidade de Cracóvia, capital da região da pequena Polônia.

Eram 3 campos de concentração principais, 1 de extermínio e outros 39 campos de concentração menores. Entre os três principais estavam:

Auschwitz I – Campo de concentração original que serviu de centro administrativo para todo o complexo. Neste campo morreram perto de 70.000 intelectuais polacos e prisioneiros de guerra soviéticos.
Auschwitz II (Birkenau) – Era um campo de extermínio onde morreram aproximadamente 1.000.000 de judeus e perto de 19.000 ciganos.
Auschwitz III (Monowitz) – Foi utilizado como campo de trabalho escravo para a empresa IG Farben.

A atuação de Jean Reno é sempre impecável, na medida, sem sobressaltos e de forma muito convincente. Também é muito interessante a participação da bela atriz francesa Mélanie Laurent A jovem atriz de 29 anos e até então desconhecida para mim, tem mais de 26 filmes na carreira. Apesar de não lembrar dela de outros filmes, ela fez Bastardos Inglórios e uma outra cambada de filme francês que infelizmente não terei a oportunidade de encontrar em alguma prateleira de locadora.

Sinopse

O ano é 1942. Joseph tem 11 anos e nesta manhã de junho deve ir para a escola. Uma estrela amarela é presa em seu peito. Ele tem o apoio de um comerciante de mercadorias e por outro lado, a ironia e zombaria de um padeiro. Entre bondade e desprezo, Joseph, seus amigos Judeus, suas famílias, aprendem a viver numa Paris ocupada, sobre a colina de Montmartre, onde eles se abrigavam. Pelo menos é o que achavam, até a manhã de 16 de Julho de 1942, quando sua frágil felicidade desmorona. Em um velódromo 13.000 judeus estão espremidos, sem comida, sem água, sem lugar para dormir, sem atendimento médico suficiente para tratar as doenças que se proliferam. Após o primeiro momento de sofrimento extremo, são levados para o campo de Beaune-la-Rolande, de Vichy (cidade francesa ao sul de Paris). Todas estas ordens são dadas por um alegre e descontraído Hitler, do terraço da bela casa em Berghof, sua residência nos Alpes da Bavária. O filme segue os reais destinos das vítimas e de seus carrascos. Daqueles que orquestraram tudo, daqueles que confiaram neles, daqueles que fugiram, daqueles que se opuseram. Cada personagem desse filme existiu. Cada evento, até os mais extremos, infelizmente ocorreram naquele verão de 1942.

Ficha Técnica

Título Original … La Rafle
Origem … França
Gênero … Drama / Guerra
Duração .. 115 min
Lançamento … 2010
Direção … Rose Bosch
Roteiro … Rose Bosch

Elenco

Jean Reno como Dr. David Sheinbaum
Mélanie Laurent como Annette Monod
Gad Elmaleh como Schmuel Weismann
Raphaëlle Agogué como Sura Weismann
Hugo Leverdez como Jo Weismann

Meia Noite em Paris – Midnight in Paris

Não sei ao certo o que tanto me atrai na França, pode parecer um pouco óbvio gostar de Paris, mas algo me parece mais significativo que simples empatia aleatória. Estranho imaginar que em meus vinte e nove anos, estive muito longe da possibilidade de conhecer a cidade luz. Não sou um estudioso da cultura e vergonhosamente, apesar de amar música francesa, preciso admitir que só conheço Piaf.

Muitas pessoas não entendem a sistemática de Woody Allen, acredito que acham um tanto chato os longos diálogos que caracterizam seus filmes, talvez o que revele a dificuldade que encontramos em encontrar prazer na companhia de alguém, sem as distrações comuns dos dias atuais. Paradoxalmente não são diálogos extremamente rebuscados, são de fato diálogos sobre coisas simples do dia a dia, que em geral, pouco interessaria para alguém ensaiar sobre o tema.

Assistindo Meia Noite em Paris, tive uma súbita vontade de me alimentar de mais conhecimento, largar um pouco a futilidade e ignorância que a internet vem nos fadando e me dedicar a ler mais sobre história da arte, ler algum clássico da literatura ou ao menos ficar apenas pensando sobre coisas incomuns e necessariamente dispensáveis para a maioria das pessoas.

Le Film

Gil (Owen Wilson) idolatra os grandes escritores e sempre quis ser como eles. A vida no entando lhe transformou em roteirista de Hollywood, o que apesar de lhe ter rendido uma vida bastante confortável financeiramente, lhe causa grande frustração e um questionamento sobre sua capacidade como escritor. Gil vai a Paris ao lado de sua noiva, a bela Inez (Rachel McAdams), e dos pais dela, John (Kurt Fuller) e Helen (Mimi Kennedy).

Estar em Paris faz com que Gil volte a se questionar sobre os rumos de sua vida, desencadeando o velho sonho de se tornar um escritor reconhecido, inspiração que ele encontra em um acontecimento bastante improvável. Meia Noite em Paris fala desta sensação que algumas pessoas sentem sobre viverem na época errada.

Fiquei muito interessado em acompanhar a carreira da bela atriz Marion Cotillard que já participou de ótimos filmes como Peixe Grande e Suas Histórias Maravilhosas (Big Fish), Um Bom Ano (A Good Year), Piaf – Um Hino ao Amor (La Môme), Inimigos Públicos (Public Enemies), A Origem (Inception) e em 2012 estará em The Dark Knight Rises. Por instantes ela me lembra Mila Kunis.

Le Technique

título original .. Midnight in Paris
gênero .. Comédia Romântica
duração .. 100 min
lançamento .. 2011
estúdio .. Mediapro | Gravier | Antena 3
distribuidora .. Sony Pictures Classics
direção .. Woody Allen
roteiro .. Woody Allen
fotografia .. Darius Khondji
direção de arte .. Anne Seibel
figurino .. Sonia Grande
edição .. Alisa Lepselter

Le Cast

Owen Wilson .. (Gil)
Rachel McAdams .. (Inez)
Michael Sheen .. (Paul)
Kathy Bates .. (Gertrude Stein)
Marion Cotillard .. (Adriana)
Adrien Brody .. (Salvador Dali)
Kurt Fuller .. (John)
Mimi Kennedy .. (Helen)
Nina Arianda .. (Carol)
Carla Bruni .. (Guia do museu)

Renato Godá

Uma das mais gratas surpresas que tive recentemente foi acompanhar a participação de Renato Godá no programa Happy Hour (Canal GNT). Na ocasião ele cantou, acompanhado apenas de seu violão, a bela canção ‘Eu Sei’, música incluída no seu mais recente trabalho, ‘Canções para Embalar Marujos’ (ótimo título, diga-se de passagem).

Claro que Godá não começou na música agora, sua carreira já é bastante sólida, eu que demorei para conhecer seu trabalho. ‘Canções para Embalar Marujos’ é seu segundo álbum, antecedido pelo EP ‘Renato Godá’, muito bem recebido pela crítica em 2009.

Conforme o release em seu MySpace, Godá pode ser muito bem definido pela insolente música ‘Bom Partido’. O tipo de caráter que atrai todas as mulheres e o mesmo pelo qual, todas vão chorar no final.

Não faço cerimônia
Não sou um bom partido
Tendo para os vícios
Posso causar desgosto

Sou um pervertido
Livre leve e solto
Um vagabundo astuto
Um vira-lata escroto

Mas você pode se divertir

O estilo musical criado por Godá é certamente único, ao menos em terras tupiniquis. Algumas vezes tons de jazz americano, algumas vezes com ares de cabaret francês. Em alguns momentos tem um ar nonsense, embalado por marchinhas meio circenses, lúdicas e que beiram a loucura. É uma música que caminha por becos ermos, ideal para ouvir em um boteco pouco iluminado, com muita fumaça de cigarro, whisky, jogatina e mulheres de seios fartos.  Um vagabundo convicto, daqueles que causam inveja em quem leva uma vida certinha demais, que arrebata corações sem se importar com seu possível fim solitário e melancólico, até mesmo porque talvez seja exatamente este o plano ou a pura ausência de qualquer um, sem rumo.

Apesar de não fazer nenhuma referência musical a Johnny Cash, o estilo ‘macho de respeito’, irresistivelmente canalha, me parece bem evidente. Talvez seja o estilo homeless chic. Com ternos displicentemente desleixados, mas que caminha longe de qualquer tendência de moda, é estilo puro.

As fotos do seu último cd foram feitas pela ‘Cia da Foto’ que conseguiu captar muito bem toda essa atmosfera do trabalho do Godá, que certamente tem um forte apelo visual, que remete o público a todo esse mundo diferente e próprio de misturas e influências muito bem dosadas. Típico de alguém com muitas milhas, mulheres e histórias no currículo, um viajante sem destino.

Se você assim como eu, perdeu tanto tempo sem conhecer as músicas deste grande músico e compositor, chegou a hora:

Site Oficial: www.renatogoda.com.br
MySpace: www.myspace.com/renatogoda
Comprar o CD: Livraria Cultura – Compre Já

Anote: Você não pode deixar de ouvir uma das melhores canções da minha vida: ‘Chanson D’Amour’ – Sou suspeito para falar, devido a minha paixão por música francesa, mas não tem como não se embalar, como em um sonho onde o tempo parece parar por instantes. Talvez uma das músicas que mais faz referência a outro músico talentoso, influência direta no trabalho de Godá: Leonard Cohen.

É o que ele mesmo sintetisou: ‘conviver entre a elegância e a vulgaridade’. Só o verdadeiro e mais puro amor pode ter espaço para a vulgaridade, para a intimidade mais profunda e continuar ancorado no respeito mútuo. Renato Godá é um defensor da paixão, do romantismo exacerbado, o que não significa que o amor será eterno, porém a paixão será intensa, breve como o tempo de um cigarro chegar ao seu final. Um amante perfeito, destruidor de corações.

Muito bom… muito bom.

Ps.: Faça como eu, aproveite e coloque as músicas de Godá no último volume, afaste os móveis da sala e tire sua mulher para dançar…

Quadro – Notting Hill

Recebi um pedido da Carla para ajuda-la sobre o quadro que Anna Scott (Julia Roberts) presenteia William Thacker (Hugh Grant).
Achei mais interessante dedicar um post a este assunto, porque talvez mais pessoas tenham essa curiosidade.

Carla que me escreveu pensou se tratar de um Van Gogh, mas na verdade é “La Mariée” (A Noiva). Uma pintura de 1950 feita pelo artista Marc Chagall.

Ficção: Após Will descobrir que Anna tem um namorado, Jeff King (Alec Baldwin), eles ficam meses sem contato, até que Anna aparece na casa de porta azul em Notting Hill, pois está envolvida em um escândalo. Os tablóides ingleses divulgaram fotos nuas de Anna, feitas em um ‘passado distante’. Enquanto tomam café da manhã, Anna vê uma impressão de La Mariée na parede da cozinha da casa de Will e diz achar interessante ele ter este quadro. Mais tarde, no final do filme, Anna procura Will em sua livraria para lhe pedir desculpas e dizer que lhe ama. Ela lhe trouxe um presente, o que seria na realidade a obra original de “La Mariée.

Verdade: O verdadeiro quadro “La Mariée” pintada por Chagall faz parte da coleção particular de uma família no Japão. Para usar uma réplica no filme, foram obrigados a conseguir uma autorização dos verdadeiros proprietários e uma liberação do British Design e Copyright Artists Society, com um acordo de que a réplica teria que ser destruída após as filmagens. A tela original está cotada entre 500 mil e 1 milhão de dólares.

Marc Chagall

Nascido em 07 de julho de 1887, viveu entre Rússia e França grande parte de sua vida. Considerado um dos mais bem sucedidos artistas do século XX. Foi um dos pioneiros do modernismo e alcançou fama e fortuna na sua carreira bem sucedida em várias vertentes como: pinturas, ilustrações de livros, vitrais, cenários, cerâmicas, tapeçarias e gravuras de arte.

Chagall foi considerado “o último sobrevivente da primeira geração de modernistas europeus.” Sua obra mais importante foi feito às vésperas da I Guerra Mundial, quando viajou entre São Petersburgo , Paris e Berlin. Durante este período, ele criou sua própria mistura de estilo e de arte moderna com base em suas visões do Leste Europeu. Ele passou seus anos de guerra na Rússia, tornando-se um dos mais distinguidos artistas do país e de um membro do modernismo avante-garde , fundando a “Vitebsk Arts College” antes de voltar para Paris em 1922.

Ele era conhecido por ter duas reputações básico, escreve Lewis – como um pioneiro do modernismo, e como um grande artista judeu. Ele vivenciou a era de ouro do modernismo em Paris, onde sintetizou as formas de arte do cubismo, simbolismo e fauvismo. Foi a influência do fauvismo que originou o Surrealismo

No entanto, ao longo destas fases do seu estilo, ele permaneceu mais enfaticamente, um artista judeu, cujo trabalho foi um longo devaneio sobre sua vida em sua cidade natal em Vitebsk. Pablo Picasso observando sua obra “When Matise Dies” de 1950 disse: “Chagall é o único pintor que entendeu direito, o que as cores realmente são”.

Por isso a impressão da Carla, achando que a obra era de Van Gogh tem muito fundamento, afinal ambos foram grandes influências dentro do modernismo.

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