Ruby Sparks – A Namorada Perfeita

Um escritor com bloqueio criativo precisando de uma musa inspiradora, nada original. Uma personagem de ficção que se torna real, nenhuma novidade. Ainda assim, ‘Ruby Sparks’ é um filme com um roteiro um tanto interessante. Suas limitações claras, podem ser explicadas pela inexperiência de Zoe Kazan, que além de assinar o roteiro, protagoniza o filme ao lado do seu namorado Paul Dano. Uma versão americana para Clarice Falcão e Gregório Duvivier, talvez, quem sabe…

Os pontos fortes do filme ficam por conta de temáticas interessantes: a idealização do amor perfeito, a dificuldade dos relacionamentos, ciúme, solidão, a dificuldade de enfrentar problemas reais. Infelizmente o filme tem uma queda brusca de ritmo, chegando a ficar extremamente chato em determinado momento. Agora sem dúvida, a cena mais chata do filme é o encontro de Ruby (Zoe Kazan) e a família de Calvin Weir-Fields (Paul Dano), sua mãe e seu padrasto são dois hippies, fato que envergonha Calvin diante da namorada, que em contrapartida adora todo o liberalismo. Não poderia ser mais parecido com ‘Entrando Numa Fria’. A diferença é que no filme de Ben Stiller, o naturalismo de seus pais contrastam com sua personalidade certinha. Em Ruby Sparks esta história fica completamente perdida e não interfere em nada no roteiro.

ruby-sparks-poster

A sensação que fica é simples: O filme é interessante, mas tinha potencial para ser muito melhor. Apesar que em ‘Pequena Miss Sunshine’ os diretores Jonathan Dayton e Valerie Faris conseguiram caminhar com naturalidade entre a comédia e o drama, desta fez esta mudança de temperatura ficou um pouco dura, forçada e pouco embasada. Estranhamente é um filme que possui muita capacidade de ser um ótimo filme e pecou pelo mais fácil, a direção. Vemos inúmeros filmes com ótimas produções e pouco conteúdo, este filme deixa uma sensação inversa, faltou capacidade em adaptar o roteiro de forma mais corajosa, mais audaciosa. Quando o filme se arrisca, você percebe que entra nos trilhos.

Preciso destacar a boa atuação de Paul Dano e a beleza pouco óbvia de Zoe Kazan.

Sinopse

O romancista Calvin (Paul Dano) sofre com perturbador bloqueio criativo que atrapalha o desenvolvimento de seu último livro. Com problemas também em sua vida pessoal, começa a criar uma personagem feminina poderia se apaixonar por ele. Daí nasce Ruby Sparks (Zoe Kazan), que inicialmente é uma personagem dentro de uma história, mas que pouco depois ganha vida e passa a conviver e se relacionar com Calvin pessoalmente.

Ficha Técnica

Título Original … Ruby Sparks
Origem … Estados Unidos
Gênero … Comédia Dramática
Duração .. 104 min
Lançamento … 2012
Direção … Jonathan Dayton e Valerie Faris
Roteiro … Zoe Kazan

Elenco

Paul Dano como Calvin Weir-Fields
Zoe Kazan como Ruby Sparks
Chris Messina como Harry
Annette Bening como Gertrude
Antonio Banderas como Mort
Steve Coogan como Langdon Tharp
Deborah Ann Woll como Lila
Elliott Gould como Dr. Rosenthal

O Noivo da Minha Melhor Amiga – Something Borrowed

Ontem aluguei O Noivo da Minha Melhor Amiga (Something Borrowed), por indicação da garota da locadora. Claro que com um grau de receio gigantesco, porque dica de locadora é sempre bucha. Levei pela Kate Hudson, a qual me convenci que interpreta ela mesma nos filmes. O filme é tem um roteiro adaptado do romance homônimo de Emily Giffin.

O filme traz uma história interessante e envolvente, que trata sobre nossas escolhas do passado e nossa incapacidade de perceber quando as oportunidades estão diante de nós e as ignoramos totalmente. Porém o desfecho da história foi mais simples do que eu esperava, diante da complexidade do problema. Além de Kate Hudson o filme traz Ginnifer Goodwin, que você deve lembrar bem, da comédia romântica ‘Ele não está tão afim de você’. Colin Egglesfield que eu não conhecia, me lembrou muito Tom Cruise jovem.

Sinopse

Rachel (Ginnifer Goodwin) vai fazer 30 anos e é a típica garota certinha, durante uma festa surpresa, bebeu além da conta e acabou na cama com Dex (Colin Egglesfield), seu colega de faculdade e noivo de sua amiga de infância Darcy (Kate Hudson), de quem ela é madrinha de casamento. Agora, ele vive o conflito dos preparativos para a festa, enquanto começam a pesar na balança a amizade dos tempos de infãncia e seu amor platônico por Dex, que ela alimenta desde a faculdade.

Ficha Técnica

título original .. Something Borrowed
gênero .. Comédia Romântica
duração .. 103 min
ano de lançamento .. 2011
estúdio .. Alcon Entertainment – Wild Ocean Films – 2S Films
distribuidora .. Warner Bros. (EUA) – PlayArte Filmes (BR)
direção .. Luke Greenfield
roteiro .. Jennie Snyder
música .. Alex Wurman
fotografia .. Charles Minsky

Elenco

Ginnifer Goodwin como Rachel White
Kate Hudson como Darcy Rhone
John Krasinski como Ethan
Colin Egglesfield como Dex Thaler
Steve Howey como Marcus
Ashley Williams como Claire

Trilha Sonora

O filme não teve um álbum de trilha sonora oficialmente, mas todas as músicas do filme foram reunidas no que chamamos de unofficial soundtrack. Fiz até uma capa legalzinha para você baixar para seu iTunes. E tem muita banda conhecida…

Playlist

  1. Tyrone Wells – Running Around In My Dreams
  2. Natasha Bedingfield – Little Too Much
  3. The Civil Wars – Poison & Wine
  4. Peter Bradley Adams – The Longer I Run
  5. Hipjoint feat. Sherry St. Germain – Let’s Go & Crank It Up
  6. King Floyd – Groove Me
  7. Salt-N-Pepa – Push It
  8. Collective Soul – The World I Know
  9. Maroon 5 – Secret
  10. White Rabbits – Percussion Gun
  11. Radiohead – Fake Plastic Trees
  12. Miss Eighty 6 – Came To Party
  13. Bubba Sparx & Ying Yang Twins & Mr Collipark – Ms New Booty
  14. Search-Rescue – Fireflies
  15. Counting Crows – Round Here
  16.  Third Eye Blind’s – How’s It Going To Be

Download álbum completo

 

Meia Noite em Paris – Midnight in Paris

Não sei ao certo o que tanto me atrai na França, pode parecer um pouco óbvio gostar de Paris, mas algo me parece mais significativo que simples empatia aleatória. Estranho imaginar que em meus vinte e nove anos, estive muito longe da possibilidade de conhecer a cidade luz. Não sou um estudioso da cultura e vergonhosamente, apesar de amar música francesa, preciso admitir que só conheço Piaf.

Muitas pessoas não entendem a sistemática de Woody Allen, acredito que acham um tanto chato os longos diálogos que caracterizam seus filmes, talvez o que revele a dificuldade que encontramos em encontrar prazer na companhia de alguém, sem as distrações comuns dos dias atuais. Paradoxalmente não são diálogos extremamente rebuscados, são de fato diálogos sobre coisas simples do dia a dia, que em geral, pouco interessaria para alguém ensaiar sobre o tema.

Assistindo Meia Noite em Paris, tive uma súbita vontade de me alimentar de mais conhecimento, largar um pouco a futilidade e ignorância que a internet vem nos fadando e me dedicar a ler mais sobre história da arte, ler algum clássico da literatura ou ao menos ficar apenas pensando sobre coisas incomuns e necessariamente dispensáveis para a maioria das pessoas.

Le Film

Gil (Owen Wilson) idolatra os grandes escritores e sempre quis ser como eles. A vida no entando lhe transformou em roteirista de Hollywood, o que apesar de lhe ter rendido uma vida bastante confortável financeiramente, lhe causa grande frustração e um questionamento sobre sua capacidade como escritor. Gil vai a Paris ao lado de sua noiva, a bela Inez (Rachel McAdams), e dos pais dela, John (Kurt Fuller) e Helen (Mimi Kennedy).

Estar em Paris faz com que Gil volte a se questionar sobre os rumos de sua vida, desencadeando o velho sonho de se tornar um escritor reconhecido, inspiração que ele encontra em um acontecimento bastante improvável. Meia Noite em Paris fala desta sensação que algumas pessoas sentem sobre viverem na época errada.

Fiquei muito interessado em acompanhar a carreira da bela atriz Marion Cotillard que já participou de ótimos filmes como Peixe Grande e Suas Histórias Maravilhosas (Big Fish), Um Bom Ano (A Good Year), Piaf – Um Hino ao Amor (La Môme), Inimigos Públicos (Public Enemies), A Origem (Inception) e em 2012 estará em The Dark Knight Rises. Por instantes ela me lembra Mila Kunis.

Le Technique

título original .. Midnight in Paris
gênero .. Comédia Romântica
duração .. 100 min
lançamento .. 2011
estúdio .. Mediapro | Gravier | Antena 3
distribuidora .. Sony Pictures Classics
direção .. Woody Allen
roteiro .. Woody Allen
fotografia .. Darius Khondji
direção de arte .. Anne Seibel
figurino .. Sonia Grande
edição .. Alisa Lepselter

Le Cast

Owen Wilson .. (Gil)
Rachel McAdams .. (Inez)
Michael Sheen .. (Paul)
Kathy Bates .. (Gertrude Stein)
Marion Cotillard .. (Adriana)
Adrien Brody .. (Salvador Dali)
Kurt Fuller .. (John)
Mimi Kennedy .. (Helen)
Nina Arianda .. (Carol)
Carla Bruni .. (Guia do museu)

Larry Crowne – O amor está de volta

Todas as vezes que assisto um filme, sou obrigado a pesquisar em sites especializados, os dados principais de ficha técnica, elenco, enfim. Junto acabo lendo as críticas sobre o filme, no intuito de saber se minha percepção foi justa e é incrível a quantidade de bobagem que as pessoas são capazes de formular, na tentativa de serem engraçados, descolados ou críticos. Filmes, assim como todas as outras manifestações de arte, são experiências extremamente pessoais, por isso não se deixe levar por opiniões, pode parecer um tanto paradoxal ler isso em um post sobre um filme, mas enfim, siga seu feeling.

Larry Crowne é o segundo filme que Tom Hanks e Julia Roberts se encontram em cena, anteriormente dividiram o set em ‘Jogos do Poder’, que aliás, é um ótimo filme que explica de maneira simples, baseado em fatos reais, como começou o ódio do Afeganistão pelos americanos. Voltando a filme, ele também é o segundo filme que tem na direção o próprio Tom Hanks, o outro foi The Wonders (1996).

Sinopse

Larry Crowne é um veterano da marinha americana, que após 20 anos de serviço, dedica-se ao trabalho de vendas em uma MegaStore. Apesar de ter sido por nove vezes consecutivas o Funcionário do Mês, Larry é despedido por não cumprir uma política da empresa, que exige educação universitária para que possa ser promovido no futuro. Larry é um cara quadradão, parado no tempo, divorciado e meio sozinho. Sem conseguir uma recolocação no mercado de trabalho, seu vizinho o aconselha a estudar e quem sabe, no futuro, ser dono do seu próprio negócio. Por isso se matricula nos cursos de oratória e de finanças.

É na faculdade que Larry acaba encontrando uma nova maneira de viver a sua vida, com novos amigos e novos amores. O filme não é nada de estraordinário, você não vai passar mal de rir e muito menos vai chorar com alguma cena extremamente romântica, é uma história simples e acredito eu, intencionalmente óbvia. Fantástico é constatar que Tom Hanks é tão bom ator, que poderia encenar o que aconteceu em minha vida na semana passada, que ainda assim ficaria interessante. É um cara fanstástico.

Ficha Técnica

título original .. Larry Crowne
gênero .. Comédia Romântica
duração .. 98 min
lançamento .. 2011
site oficial .. www.larrycrowne.com
estúdio .. Playtone Productions / Vendome Pictures
distribuidora .. Universal Pictures (EUA) / Paris Filmes (Brasil)
direção .. Tom Hanks
roteiro .. Tom Hanks e Nia Vardalos
produção .. Gary Goetzman e Tom Hanks
música .. James Newton Howard
fotografia .. Philippe Rousselot
direção de arte .. Carlos Menéndez

Elenco

O elenco é bastante desconhecido, além de Hanks e Roberts, eu reconheci Cedric the Entertainer, e só. Chet Hanks, filho de Tom Hanks aparece no filme, mas te confesso que nem sabia. 

Tom Hanks como Larry Crowne
Julia Roberts como Mercedes Tainot
Cedric the Entertainer como Lamar
Taraji P. Henson como B’Ella
Gugu Mbatha-Raw como Talia
Wilmer Valderrama como Dell Gordo
Bryan Cranston como Dean Tainot
Pam Grier como Frances

Esposa de Mentirinha ou Insensato Coração

Imagine que um cara, decide que fingir ser casado é a melhor maneira para arrumar alguns encontros e ainda por cima, é uma ótima forma de dispensar a garota sem grandes explicações, afinal, você é casado e nunca fez isso antes. Então você finalmente conhece uma garota pela qual se envolve de verdade. Ela descobre que ‘você é casado’ e não quer ser pivô de uma separação. Então o cara decide que precisa inventar uma esposa de mentira, para fingir que realmente era casado, mas que está se separando, afinal, não pode revelar para a garota que você está afim, que tudo isso era uma mentira para passar o rodo na mulherada. E para quem você poderia pedir isso? Que tal para sua funcionária?

Estou obviamente falando dos personagens Beto e Alice, aqueles de Insensato Coração, da Globo.
Na, na, ni, na, não…

Estou falando do filme Esposa de Mentirinha, filme estrelado por Adam Sandler e Jennifer Aniston. É, parece que a Globo resolver beber desta água, e parece que não se preocuparam em mudar uma vírgula da história, ou você acha que os finais não serão iguais. O do filme você fica sabendo rápido, o da novela é só esperar e conferir.

Sinopse

Danny Maccabee (Adam Sandler) sofre uma grande decepção minutos antes de se casar e como eu já contei acima, resolve que relacionamento sério não está com nada e assume a vida de solteirão pegador. Ele toca sua vida como cirurgião plástico bem sucedido, tendo sua melhor amiga Katherine (Jennifer Aniston), mãe solteira de um casal de pirralhos folgados e inteligentíssimos, como fiel escudeira. Um dia ele conhece a jovem Palmer (Brooklyn Decker), que sinceramente, vamos combinar, é bonita, mas tem um corpo meio esquisito, enfim, a paixão toma conta de ambos. Por sorte ele não estava usando sua aliança-fake-imã-para-mulheres, mas por azar ela encontra a aliança em seu bolso. Palmer desiste do relacionamento por achar que ele é casado e Danny para se safar e não confessar seu plano sórdido de caçar mulheres, inventa que realmente é casado, mas está se separando. Palmer quer uma prova, conhecendo a esposa de mentirinha, pessoalmente. Para isso ele usa da ajuda de Katherine, que aproveita a situação para usar um pouco do dinheiro do seu rico chefe. O problema é que seus filhos também aproveitam a oportunidade e é aí que os problemas começam de fato.

Expectativa

O filme é exatamente a mesma receita de muitos filmes do Adam Sandler. Você estranha porque um cara ‘meia-boca’ como o Adam Sandler namora mulheres tão bonitas, você ri bastante, o final é um pouco óbvio, o que ele também não faz questão de ser diferente. É comédia para se divertir e não para ficar avaliando tecnicamente. Filme bom para aqueles dias que você não tá afim de pensar demais.

Ficha Técnica

título original…Just Go With It
gênero…Comédia Romântica
duração…107min
ano de lançamento…2011
site oficial…www.esposadementirinha.com.br
estúdio…Happy Madison (Estúdio do Adam Sandler)
distribuidora…Columbia Pictures
direção…Dennis Dugan
roteiro…Allan Loeb e Timothy Dowling
Baseado em roteiro de I.A.L. Diamond
produção…Jack Giarraputo, Heather Parry e Adam Sandler
música…Rupert Gregson-Williams
fotografia…Theo van de Sande
direção de arte…Alan Au

Elenco

Adam Sandler…Danny Maccabee
Jennifer Aniston…Katherine Murphy
Nicole Kidman…Devlin Adams
Minka Kelly…Joanna Damon

Notting Hill [Especial]

Fui assistir este filme há mais de 10 anos no cinema. Talvez um dos mais belos romances já produzidos. Não somente o roteiro é interessante, mas Julia Roberts e Hugh Grant fizeram uma química interessante. Um dos aspectos mais interessantes é a fotografia, lindas cenas de Londres e de todo aquele estilo inglês, do velho mundo. Além de Julia Roberts e Hugh Grant, tem uma inesquecível participação de Rhys Ifans no papel indefectível do maluco Spike.

No filme, Will (Hugh Grant) é um pacato cidadão inglês, dono da pequena livraria ‘The Travel Book Co.’, número 142, no bairro de Notting Hill, em Londres. Como o nome sugere, lá só se vende livros de viagem, fato que atrai a inesperada visita de uma cliente mais que especial, a estrela de cinema americana Anna Scott (Julia Roberts). Depois de breves encontros fortuitos, Anna e Will iniciam um relacionamento sincero, despretencioso e repleto de indas e vindas. Enquanto Notting Hill se torna um refúgio para Anna, em tempos de gravações na Inglaterra, Will descobre as desaventuras de namorar uma estrela do cinema.

O filme tem uma ótima trilha sonora, que você encontra neste outro post que fiz aqui.

Ficha Técnica

título original … Notting Hill
gênero … Comédia Romântica
duração … 122min
ano de lançamento … 1999
site oficial … www.universalpictures.com/nottinghill
estúdios …

  • Working Title Films
  • Bookshop Productions
  • Notting Hill Pictures

distribuidoras …

  • Universal Pictures
  • PolyGram Filmed Entertainment
  • UIP

direção … Roger Mitchell
roteiro … Richard Curtis
produção … Duncan Kenworthy
música … Trevor Jones
fotografia … Michael Coulter
direção de arte …

  • Andrew Ackland-Snow
  • David Allday

figurino … Shuna Harwood
edição … Nicholas Moore

Elenco

Julia Roberts … Anna Scott
Hugh Grant … William Thacker
Alec Baldwin … Jeff King
Emily Mortimer … Perfect Girl (a única apresentada a Will que é normal, ela não é apresentada no filme)
Richard McCabe … Tony
Rhys Ifans … Spike
James Dreyfuss … Martin
Dylan Moran … Rufus
Tim McInnerny … Max
Gina McKee … Bella

Notting Hill

Notting Hill é um distrito de Londres que pertence ao Borough de Kensington e Chelsea, localizado a centro-oeste da cidade e próximo à beira norte do Hyde Park. Notting Hill é um dos mais charmosos e típicos distritos residenciais de Londres. O bairro possui muitas casas no estilo vitoriano. Chama a atenção pela limpeza, fácil acesso e pelo estilo das pessoas que lá vivem. Aos sábados acontece feira de antiguidades, artesanato e de alimentação. Esse bairro é conhecido por sediar o Carnaval de Notting Hill. No filme, Will (Grant) descreve o bairro de uma maneira bastante particular, falando do que gosta em Notting Hill:

– Há feiras todos os dias (frutas e vegetais).
– O salão de tattoo onde um cara bêbado saiu com a tatuagem escrita: ‘I love Ken’.
– Os cabeleireiros radicais que transformam todos em monstros, queiram ou não…
– Nos finais de semana, centenas de barracas aparecem pela rua Portobello até a rua Notting Hill Gate.
– Lá milhares de pessoas compram antiguidades,  algumas autênticas e outras nem tanto.
– E seus amigos que ele fez no bairro, Tony, um arquiteto que virou chef.
– Ele mora em uma casa de porta azul, que comprou antes de sua mulher lhe trocar por outro que tinha a cara do Harrison Ford.

Cenas do Filme

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