Hummingbird – Redenção – Filme

Aluguei o filme por sugestão do atendente da locadora. Resolvi botar fé, já que gostei muito da atuação de Jason Statham no excelente Revólver, do diretor Guy Ritchie. Imaginei que seria outro filme com muito tiroteio, quebra-quebra e pouca história, mas o filme se mostra muito mais denso do que eu esperava.

O filme traz um dilema muito relevante, o resultado psicológico causado na vida de um ex-combatente do exército americano. Os conflitos internos de saber as próprias monstruosidades que cometeu em uma situação onde é matar ou morrer, mesmo que você não queira matar ninguém. Já dizia o saudoso capitão Nascimento: ‘Missão dada é missão cumprida’.

Joey Jones (Jason Statham), lutou na guerra do Afeganistão. Desertor, após fugir do hospital, ele se vê morando nas ruas de Londres. Sua namorada que também era moradora de rua é assassinada após ser explorada sexualmente e ele buscará sua vingança pessoal. Para isso, ele se afunda ainda mais em seus conflitos, usando suas habilidades militares para trabalhar para a máfia. Ele então conhece a freira Cristina, que ajuda moradores sem rua distribuindo alimentos. É a partir do envolvimento com Cristina (interpretada pela belíssima atriz polonesa Agata Bronis?awa Buzek), que o thriller toma um rumo bem interessante e delicado.

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Infelizmente, o título original Hummingbird = Beija-Flor/Colibri recebeu a versão brasileira de ‘Redenção’. Paciência, é Brasil. Imagine você chega na locadora, dá de cara com a capa do filme estrelado pelo Jason Statham, com o nome de Beija-flor. Não seria muito mais instigante?

O diretor é Steven Knight de ‘Coisas Belas e Sujas’.

Ficha Técnica

Título Original … Hummingbird
Origem … Reino Unido / Estados Unidos
Gênero … Ação / Suspense
Duração .. 100 min
Lançamento … 2013
Direção … Steven Knight
Roteiro … Steven Knight

Elenco

Jason Statham como Joey Jones
Agata Buzek como Cristina
Vicky McClure como Dawn
Benedict Wong como Mr. Choy

O Legado Bourne

A trilogia Bourne com ‘A Identidade Bourne’ (2002), ‘A Supremacia Bourne’ (2004) e ‘O Ultimato Bourne’ (2007), soam para mim como um 007 da minha geração. Também é a franquia que me fez prestar atenção no Matt Damon. É sem dúvida uma das melhores franquias de thriller de ação e espionagem que eu conheço.

O Legado Bourne é no entanto um novo filme, que cita Jason Bourne, mas não dá continuidade a história. Fazem referências para contextualizar a história e mostrar que não se trata de uma refilmagem, mas também não poderia ser considerado um Bourne 4. Os produtores queriam Matt Damon neste novo filme, mas Damon recusou todas as propostas alegando que só estaria no projeto se o diretor fosse Paul Greengrass, diretor de ‘A Supremacia Bourne’ (2004) e ‘O Ultimato Bourne’ (2007). O primeiro filme teve como diretor Doug Liman, que não ficou distante nas sequências, já que entrou como produtor em ambas. O elo entre os quatros filmes no entanto, continua sendo o roteirista Tony Gilroy, presente em todas as produções, assumindo neste também a direção.

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O Legado Bourne traz então como protagonista o ator Jeremy Renner que se sai muito bem no papel. É o segundo filme que assisto com ele e acho realmente que o cara é bom ator. Em ‘Os Vingadores’ como Gavião Arqueiro, sua participação foi muito pequena ao ponto de fazer grandes avaliações, por isso estou ansioso para ver ‘João e Maria: Caçadores de Bruxas’ e tirar a prova definitiva. A belíssima e talentosa Rachel Weisz que me conquistou com o belíssimo Ágora, também divide bem a protagonização do filme. Assim como li em uma crítica do site Adoro Cinema, achei apenas que a cena da fuga na moto ficou um tanto exagerada e poderia ter ficado de fora.

Sinopse

Jason Bourne é o agente dissidente que se torna um inimigo para o governo americano e seus projetos sigilosos. Após suas revelações públicas sobre o projeto Treadstone, Eric Byer (Edward Norton) é encarregado de apagar os rastros que possam incriminar o governo dos Estados Unidos neste e em outros projetos sigilosos que possam vir a tona após a delação de Bourne. Um deles projetos chama-se Outcome, que pretende suprimir a dor e aumentar a sensibilidade, inteligência e força de agentes secretos, através de drogas ministradas periodicamente. Com o fim do Outcome, seus agentes passam a ser eliminados a mando do próprio governo. Aaron Cross (Jeremy Renner) é um deles, mas consegue escapar sem que Byer perceba. Em busca de respostas, ele vai em busca da doutora Martha Shearing (Rachel Weisz), a cientista responsável pela condução do projeto. Assim como seus agentes, todos os envolvidos no projeto devem ser eliminados, incluindo a Dra. Martha Shearing que salva da morte por Cross, poderá retribuir o favor fazendo o mesmo por ele. Juntos, eles precisam encontrar um meio de sobreviver ao mesmo tempo em que Aaron, sem seus remédios habituais, começa a sentir os efeitos colaterais da abstinência forçada.

Ficha Técnica

Título Original … The Bourne Legacy
Origem … Estados Unidos
Gênero … Espionagem / Ação / Suspense
Duração .. 135 min
Lançamento … 2012
Direção … Tony Gilroy
Roteiro … Tony Gilroy

Elenco

Jeremy Renner como Aaron Cross
Rachel Weisz como Dra. Marta Shearing
Edward Norton como Eric Byer
Scott Glenn como Ezra Kramer

Busca Implacável 2

Nunca havia assistido um filme por causa do Liam Neeson. Para mim ele era só mais um daqueles atores que a gente conhece, reconhece, mas que não presta muita atenção na carreira. Resolvi arriscar alugando ‘Desconhecido’ e gostei tanto do filme e da sua atuação que passei a procurar todos os filmes dele que ainda não havia assistido, em especial filmes policiais. Do ótimo ‘Desconhecido’, fui assistir ‘Busca Implacável’ que é magnificamente angustiante. A cena inicial da filha sendo sequestrada e a frieza calculada do ex-agente do governo americano Bryan Mills (Liam Neeson) é épica. òtima sequência, ótima ideia, definitivamente entra para a lista de thriller de tirar o fôlego.

Quando vi as primeiras notícias de Busca Implacável 2, fiquei animado e apreensivo ao mesmo tempo. Quando um roteiro é muito bom, uma continuação dificilmente consegue ser tão bom quanto. Acho que continuações só são eficazes quando pensadas como uma coisa só. Como é a trilogia do Senhor dos Anéis, a série Harry Potter e a trilogia de Piratas do Caribe. A prova de que essa afirmação é em parte verdade, que no quarto filme da franquia, foi uma porcaria.

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O filme é muito bom, segue a mesma temática do primeiro, com uma ótima motivação para sua continuação: a vingança do pai de um dos sequestradores mortos por Bryan Mills no primeiro filme. O ponto fraco é o exagero nas cenas de ação que em vezes ficam inverossímil. As relações pessoais são tratadas de maneira muito superficial, deixando claro que a preocupação do filme são as cenas de ação. Para quem gosta de pancadaria, o filme é perfeito, para quem acredita que precisa existir um desenrolar mais complexo, motivações mais intensas e ações mais pautadas na realidade, o filme deixa a desejar um pouco. Essa diferente forma de encarar as histórias e como elas acontecem, certamente é explicada pela dança da cadeira na direção do filme.

Enquanto ‘Busca Implacável’ é dirigido por Pierre Morel, ‘Busca Implacável 2’ é dirigido por Olivier Megaton. Um fato interessante é que este é o segundo filme que Megaton dá continuidade a um projeto precedido por Morel. A outra franquia foi com Carga Explosiva (por Pierre Morel) e Carga Explosiva 3 (por Olivier Megaton). Li uma entrevista em que Megaton se diz amigo de Morel, mas fez questão de fazer um filme diferente. Sinto em dizer Mr. Morel, diferente ele ficou, melhor jamais. Uma sugestão boa seria dar um novo nome, ainda que mantendo o mesmo personagem e a mesma linha condutora. Não vejo lógica em fazer uma continuação se não se tem vontade em dar continuidade a história. O homem solitário por conta do passado como agente secreto, porém sensível e preocupado com a família, se perde diante de um novo personagem ciumento e mais violento do que o necessário. Sua personalidade bondosa só se revela no fim do filme, quando resolve poupar uma vida.

Destaque para a beleza da atriz holandesa Famke Janssen.

Ficha Técnica

Título Original … Taken 2
Origem … França
Gênero … Ação / Suspense
Duração .. 91 min
Lançamento … 2012
Direção … Olivier Megaton
Roteiro … Luc Besson

Elenco

Liam Neeson como Bryan Mills
Maggie Grace como Kim
Famke Janssen como Lenore
Leland Orser como Sam

Revólver – Plot Twist

Guy Ritchie é conhecido por seus filmes que misturam gangsters, tiros e pancadaria. Foi assim com ‘Jogos, Trapaças e Dois Canos Fumegantes’ (1998 – Lock, Stock and Two Smoking Barrels) e Snatch – Porcos e Diamantes (2000 – Snatch). Parecia que seria igual com Revólver: muita trapaça, dinheiro sujo, mulheres, tiros, mortes, porém o estilo que o consagrou serve como um belo plano de fundo para uma história inteligentemente complicada. Para ser prático, seria como juntar Christopher Nolan em ‘A Origem’ (Inception) e Quentin Tarantino em um dos seus filmes onde ‘o pau come’.

Dizem por aí que Guy Ritchie é injustiçado por não ter o mesmo reconhecimento de ícone do cinema, como Tarantino possui, e preciso concordar. Gosto obviamente de diretores autorais, que criam novas fórmulas ou que ao menos recriam da sua maneira particular. Diretores que deixam sua assinatura no filme com seu estilo marcante. É assim com Tim Burton, é assim com Tarantino e certamente é assim com Guy Ritchie. Apesar das comparações entre os dois, talvez pela violência que ambos imprimem em seus filmes, porém com direções opostas. Tarantino é o profissional, o cool, o clássico, enquanto Ritchie é o tosco, o amador, o sujo, o inconveniente e por isso genial.

Agora estou na dúvida se é uma referência, se existe uma amizade e admiração mútua ou o Tarantino copiou na cara dura a música tema de ‘Rock’n’Rolla’ (Guy Ritchie), para colocar no seu novo ‘Django’. Achei muito esquisito. É óbvio que a música é tema para qualquer pauleira, mas é muito ‘moderna’ e marcante, me remete a Rock’n’Rolla na hora e um filme de faroeste tem que aproveitar a oportunidade para tocar música ‘véia’ de faroeste.

Pausa para explicação teórica

Na teoria psicanalítica, desenvolvida por Freud, nosso aparelho psíquico é sustentado por uma tríade: a ID, o EGO e o SUPEREGO. Basicamente, uma parte de nós é formado pela nossa ID, inerente a nós humanos, nascemos com ela, é nossa fonte psíquica, digamos assim, na sua forma bruta, pura. Porém, segundo Freud, nossa ID tem como características fundamentais a morte e a sexualidade. Somos agressivos e sexuais por natureza por assim dizer. Socialmente estas duas vertentes humanas precisam ser controladas. Não podemos agredir e matar quem queremos e não podemos aplicar nossa sexualidade de forma libertina. Em nossa mente, estes valores, que variam claramente de pessoa para pessoa, são representados pelo SUPEREGO. O Superego portanto é a nossa versão social mais perfeita. É como acreditamos que seríamos aceitos da forma mais eficaz. Nestes papéis contrários entre a ID e o SUPEREGO está o agente do EGO, que tem a função de adequar as necessidades ou pulsões (instintos, impulsos, desejos) da ID, que nos gera consequentemente prazer, sem afetar a integridade do SUPEREGO.

Acredito que não seja difícil de entender este funcionamento, ao menos de forma superficial. Acontece, que tempos um pequeno problema nesta tríade tão bem arquitetada em nossa mente. Esta busca de equilíbrio, feita pelo EGO, guarda um pequeno detalhe importante. Parte do funcionamento do EGO é feito de forma inconsciente. Segundo Freud, a mente bloqueia desejos, sentimentos e motivações, que a mente acredita serem dolorosas ou problemáticas demais para se tornarem conscientes. Ainda assim, esta parte inconsciente continua atuando e influenciando o consciente, através de atos falhos, comportamentos irracionais, emoções sem explicações, medos, depressão e sentimento de culpa. Freud ainda descreveu que estas informações são alógicas, podem não fazer um sentido lógico, são atemporais e não-espaciais, ou seja, acontecimentos de épocas diferentes podem influenciar pensamentos atuais.

Voltando ao filme…

Todo este embaralhamento é o tema de Revolver, que infelizmente é um filme muito subestimado. Talvez porque a maioria do público, na época em que foi lançado, achou que iria para o cinema apenas para se entreter com muita pancadaria e saiu sem entender nada. Mas com esta base, talvez você poderá entender melhor este filme de ação misturado com um belo thriller psicológico. Prepare-se para o plot twist que vai ser paulera. Não vou fazer sinopse do filme porque ou ela seria ineficiente ou teria que dar spoiler.

Quero apenas salientar que um ator que entrou para a minha lista de admirados é o Sr. Jason Statham que eu podia jurar que era só mais um brucutu idiota, mas com Os Especialistas e Revólver já provou que é fera, aliás está irreconhecível de cabelo comprido. Ray Liotta também manda muito bem no papel de gangsterarrogantebabaca e Mark Strong é impecável no papel do assassino frio e letal.

Ficha Técnica

Título Original … Revolver
Origem … USA
Gênero … Ação / Thriller Psicológico
Duração .. 115 min
Lançamento … 2005
Direção … Guy Ritchie
Roteiro … Guy Ritchie

Elenco

Jason Statham como Jake Green
Ray Liotta como Dorothy Macha
André Benjamin como Avi
Mark Strong como Sorter

O Espetacular Homem-Aranha

Confesso que baseado na trilogia tosquíssima protagonizada por Tobey Maguire eu definitivamente não me empolguei de sair de casa e ir até o cinema para ter uma nova decepção. Não sou um entendedor de HQs, não sei quanto a trilogia foi fiel aos quadrinhos, mas Tobey Maguire não convence no papel de Homem-Aranha. O amor platônico que mantém pela Mary Jane (Kirsten Dunst) é muito chato, meloso, infundado. Entendo que na maioria dos super-heróis, o personagem é sempre um pacato cidadão, bobão que tem sua revanche do mundo e da vida após se tornar alguém com super-poderes, mas descredibiliza ele como alguém que você gostaria de ser.  Eu não queria ser um super-herói que alimenta uma paixão por uma garota bem sem graça que nem me dá bola, além de ser capacho de um chefe explorador. Todo o restante da história me parece sem fundamento, superficial e desproposital. Mas minha maior cisma é que Tobey Maguire tem cara de babaca e não consegue deixar de parecer babaca mesmo tendo super-poderes. Já reparou naquela pessoa com cara de nerd que de repente tentam parecer super-descoladas, mudam a roupa, mudam o cabelo, mas continuam com cara de idiota? Não sei precisar o que é, mas a pessoa não leva jeito para ser descolada. Mas existem algumas pessoas, que conseguem caminhar entre estes dois mundos, como tão brilhantemente fazia ‘Christopher Reeve’ no papel de Superman. Todo mundo questiona: Como ninguém o reconhecia só porque penteava o cabelo e tirava o óculos? Na realidade, não é isso. O ponto chave é que ninguém poderia conceber a ideia de que aquele pacato e boboca jornalista salvava o planeta nas horas vagas.

O ‘Espetacular Homem-Aranha’ no entando conseguiu achar um cara assim. Andrew Garfield consegue parecer babaca e super-herói ao mesmo tempo. Requisito extremamente importante para alguém que queira vivenciar um personagem de HQ. O roteiro do filme foi muito inteligente. Todos os acontecimentos possuem um motivo para existirem e vão se somando para fechar o ciclo ao final do filme. Não estão lá por acaso e nem acontecem sem explicação. Um detalhe simples: Por que alguém que descobre sofrer uma mutação genética sai pela cidade com uma máscara? Por que o Homem-Aranha usa um colã ao invés de alguma armadura? E para acabar de vez com a trilogia do xarope do Maguire, neste filme ele pega a mocinha muito bem interpretada pela gatíssima Emma Stone. Muito superior a fraquíssima Kirsten Dunst. Emma Stone já emplacou a protagonização de três ótimos filmes: ‘O Espetacular Homen-Aranha’, ‘Histórias Cruzadas’ e ‘A Mentira’. O efeitos são muito bons, mas é justamente por ser uma história muito mais calcada na realidade que o filme funciona, igualmente como fizeram com a trilogia de Batman. Marc Webb como diretor começou com 2 pés direitos nas telonas. Fez o bem sucedido ‘(500) dias com ela’ e agora dirigiu com maestria este reboot. Colocar Rhys Ifans no papel do inimigo do Homem-Aranha foi outra jogada de mestre. Gostei realmente do filme, acredito que facilmente ele pode acompanhar Batman e Homen de Ferro nas boas produções sobre super-heróis.

 

Hanna

Outro filme que estava pegando pó entre os dvds que eu tinha gravado aqui, Hanna é um filme interessante. Apesar de ter um roteiro interessante, o filme não é aquilo tudo, mas se salva com ótimas atuações de Eric Bana, Cate Blanchett e a boa surpresa Saoirse Ronan.

Talvez o detalhe que explique a medianidade do filme esteja na direção de Joe Wright que saiu de filmes como “O Solista”, “Desejo e Reparação” e “Orgulho e Preconceito” e saltou direto para um projeto ousado como Hanna. Eu acredito que na mão de um diretor mais corajoso ou radical, o filme teria uma densidade diferente.

Sinopse

Hanna (Saoirse Ronan) é uma adolescente criada no frio da Finlândia pelo pai. Eles vivem completamente distantes de qualquer convívio social, ao ponto de Hanna não conhecer qualquer informação de um mundo moderno como uma televisão por exemplo. O pai que inicialmente parece um cara rude na maneira de tratar Hanna, revela que toda a rispidez faz parte de um duro treinamento ao qual Hanna foi submetida desde que nasceu. Seu pai na realidade é um ex-agente da CIA (Eric Bana) e transformou Hanna em uma máquina perfeita para matar, o detalhe importante é que Hanna tem apenas 16 anos. Levando uma vida totalmente diferente de qualquer outro jovem de sua idade, sua rotina foi voltada para cumprir uma missão. Durante todos estes anos, ela aguarda o dia em que sentirá pronta para executar o plano de seu pai: cruzar a Europa, enganar agentes experientes, invadir uma base militar e matar a mais importante agente da CIA. Enquanto o alvo vai ficando cada vez mais perto, alguns segredos sobre sua vida começam vir à tona, provocando uma revolução em sua cabeça.

Ficha Técnica

Título Original … Hanna
Origem … Reino Unido / Alemanha / USA
Gênero … Suspense / Drama / Ação
Duração .. 111 min
Lançamento … 2011
Direção … Joe Wright
Roteiro … Seth Lochhead e David Farr

Elenco

Saoirse Ronan como Hanna
Eric Bana como Erik Heller
Vicky Krieps como Johanna Zadek
Cate Blanchett como Marissa Wiegler

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