Inverno em Paris

Já disse isso inúmeras vezes, a França tem algo que me hipnotista, que mexe comigo de alguma forma particular e única. Talvez seja esta sensação das possibilidades, de ser tão historicamente bonita, mas ter abrigado movimentos contemporâneos importantes ao longo de toda sua história. Tenho uma sensação que Paris é uma cidade mais permissiva para as mulheres, o que para mim soa como sinônimo de evolução, de liberdade, de possibilidades. Talvez seja apenas uma impressão infundada, mas talvez seja exatamente assim. Fico me imaginando, caminhando no frio do rigoroso inverno, com um vento frio sobre o rosto, observando as pessoas e sentado em algum banco qualquer escrevendo um livro. Ouvindo alguma composição qualquer com violino, violoncelo ou piano. Quem sabe os três. Quem sabe Bach e suas Cello Suites.

Queria que fosse assim, em câmera lenta, quieto, devagar, sem pressa, sem tempo, sem fim.

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