Mulheres Vulgares uma noite e nada mais…

A busca pela igualdade sexual foi uma busca constante e penosa das mulheres ao longo dos anos. De tanta insistência, acabaram chegando lá. Mas apesar de todas as conquistas feministas nos últimos anos, me parece que esgotaram todas suas forças pensando em conquistar essa igualdade, sem se preocupar o que fariam com ela quando a conquistassem. Será que no fundo não acreditavam que este dia chegaria tão cedo e por isso não estavam preparadas para essas mudanças?

Há tempos que a mulher tem a chance da escolha. Poder dizer não a vários homens sempre foi uma demonstração clara da superioridade sobre a classe masculina, ao menos nesse aspecto da vida humana. Sempre foi da mulher o direito de escolher o homem que aceitaria ter uma intimidade. Mas o desejo de conquista da mulher como classe dominante se deturpou ao longo destas conquistas.

As mulheres perderam a ‘linha’ daquilo que necessariamente era importante. A sutileza sedutora deu espaço a decotes e seios fartos. Hoje ao invés de dizer vários ‘não’, o importante é o status de acumular vários ‘sim’. A liberdade sexual se tornou libertinagem sexual, usando um eufemismo, A mulher tem ainda um agravante. Escolhe seus parceiros não somente pela atração física ou intelectual, geralmente outros fatores são levados em consideração. O status social e a classe social são importantes na escolha de um parceiro, o que geralmente esbarra nas velhas idealizações do príncipe encantado.

Enquanto as mulheres criam programas, revistas e blogs para provar, em vão, que não precisam dos homens. Já para o homem admitir que não precisa de mulher, seria colocar seus valores masculinos em questionamento. O que certamente poderia lhe render um certo constrangimento com os amigos. Sendo assim, essa possibilidade praticamente se anula. Enquanto os homens discutem futebol, as mulheres discutem pessoas.

Tentar eliminar as diferenças que existem entre homens e mulheres é uma tentativa suicída de uma igualdade utópica e ineficaz. Não há nenhuma vantagem em uma homogeneidade sexual. O máximo que conseguiríamos com isso seria uma grande suruba generalizada. Opa, acho que isso já aconteceu. Vale tudo, homem com homem, mulher com mulher, homem com mulher com mulher, mulher com homem com homem (tudo sem preconceito). Em tempos de conflitos existenciais e sexuais, ficou difícil para mulheres entenderem o que um homem pode oferecer melhor que uma mulher não possa. Respeitar as diferenças não significa se sentir igual. Transformar negros e brancos em cinza, não é solução é sim uma limitação de possibilidades.

Estamos vivendo um facismo generalizado. É necessário sermos um só. Precisamos aceitar o homosexualismo, precisamos do homem sensível e mulher viril. Não podemos nos opor a nada pois qualquer diversidade se tornou preconceito. Esquecem que as diferenças existiam para coexistirem não para se anularem.

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