Archive for 'Biografias'
Lembranças – Robert Pattinson
agosto 29th, 2010 by Jeff, under Biografias, Filmes. No Comments
Robert Pattinson que virou uma mega celebridade do dia para a noite com o sucesso da Saga Crepúsculo, teve a brilhante idéia de fazer um filme que foi lançado no intervalo da trilogia de Stephenie Meyer. A história do filme é realmente interessante, não é nova, mas é pertinente. Basicamente o filme mostra os conflitos familiares que aos poucos vão se justificando, conforme você vai conhecendo a origem de cada problema. O final é bastante supreendente mas justifica todo o filme, vale a pena.
Pattinson não fez apenas este filme que teve ótimas críticas, ele também protagonizou “Uma vida sem regras” (How to Be), “The Summer House” e “Little Ashes”, este último também com boas críticas, mas não tive acesso a nenhum dos três, todos feitos no intervalo de lançamento entre o primeiro e o último filme da Saga Crepúsculo.
Pattinson começou sua careira no filme “Feira das Vaidades” , de 2004, protagonizado por Reese Whiterspoon e depois uma passagem sem destaque por Harry Potter em “O Calice de Fogo” e “A Ordem da Fênix”. Então veio o estrondoso sucesso de “Crepúsculo” em 2008 e “Lua Nova” em 2009. Apesar de não gostar dos filmes da saga, em “Lembranças” a atuação de Pattinson é bem convincente. Apesar de ter variações na qualidade de sua tuação no decorrer do filme, acredito que ele possa se tornar um ator muito bom, mas precisa de mais experiência. E parece que ele mesmo sabe disso, arriscando em filmes bem diferentes e onde suas características físicas não sejam o foco principal.
Vamos as informações de “Lembranças”…
Ficha Técnica
Título original: Remember Me
Gênero: Romance
Duração: 01 hs 53 min
Ano de lançamento: 2010
Site oficial: http://www.rememberme-movie.com/
Estúdio: Summit Entertainment / Underground Films and Management
Distribuidora: Sumit Entertainment / Paris Filmes
Direção: Allen Coulter
Roteiro: Will Fetters
Produção: Trevor Engelson e Nick Osborne
Música: Marcelo Zarvos
Fotografia:Jonathan Freeman
Figurino: Susan Lyall
Edição: Andrew Mondshein
Efeitos Especiais: Brainstorm Digital / Mr. X
Elenco
Robert Pattinson (Tyler Roth)
Pierce Brosnan (Charles Roth)
Emilie de Ravin (Ally Craig)
Chris Cooper (Neil Craig)
Martha Plimpton (Helen Craig)
Lena Olin (Diane Hirsch)
Peyton List (Samantha)
Ruby Jerins (Caroline Hawkins)
Renato Godá
julho 18th, 2010 by Jeff, under Biografias, Música. 1 Comment

Uma das mais gratas surpresas que tive recentemente foi acompanhar uma participação de Renato Godá no programa Happy Hour (Canal GNT). Na ocasião ele cantou apenas acompanhado do seu violão ‘Eu Sei’, música incluída no seu mais recente trabalho, ‘Canções para Embalar Marujos’.
Claro que Godá não começou na música agora, sua carreira já é bastante sólida, eu que demorei para conhecer seu trabalho. ‘Canções para Embalar Marujos’ é seu segundo álbum, antes veio um EP ‘Renato Godá’, muito bem recebido pela crítica em 2009.
Conforme o release em seu MySpace, Godá pode ser muito bem definido pela insolente música ‘Bom Partido’. O tipo de carater que atrai todas as mulheres e pelo qual todas vão chorar no fim.
Não faço cerimônia
Não sou um bom partido
Tendo para os vícios
Posso causar desgostoSou um pervertido
Livre leve e solto
Um vagabundo astuto
Um vira-lata escrotoMas você pode se divertir
O estilo musical criado por Godá é certamente único, ao menos em terras tupiniquis. Algumas vezes tons de jazz americano, algumas vezes com ares de cabarés franceses. Em alguns momentos tem um ar nonsense, embalado em marchinhas meio circenses, lúdicas e que beiram a loucura. É uma música que caminha por becos ermos, ideal para ouvir em um buteco escuro com muita fumaça, whisky, jogos e mulheres de seios fartos. Um vagabundo convicto, daqueles que causam inveja em quem leva uma vida certinha, que arrebata corações sem se importar com seu possível fim solitário e melancólico, até mesmo porque talvez seja exatamente este o plano.
Apesar de não fazer nenhuma referência musical a Johnny Cash, o estilo ‘macho de respeito’, irresistivelmente canalha, me parece bem evidente. Talvez seja o estilo homeless chic. Com ternos displicentemente desleixados, mas que caminha longe de qualquer tendência de moda, é estilo puro.
As fotos do seu último cd foram feitas pela ‘Cia da Foto’ que conseguiu captar muito bem toda essa atmosfera do trabalho de Renato Godá que certamente tem um forte apelo visual, que remete o público a todo esse mundo diferente e próprio de misturas e influências muito bem dosadas. Típico de alguém com muitas milhas, mulheres e histórias no currículo, um viajante sem destino.
Se você assim como eu, perdeu tanto tempo sem conhecer as músicas deste grande músico e compositor, chegou a hora:
Site Oficial: www.renatogoda.com.br
MySpace: www.myspace.com/renatogoda
Comprar o CD: Livraria Cultura – Compre Já
Anote: Você não pode deixar de ouvir uma das melhores músicas que já ouvi até hoje: ‘Chanson D’Amour’ – Sou suspeito a falar pela minha paixão por música francesa, mas não tem como não se embalar como em um sonho onde o tempo parece parar… Talvez uma das músicas que fazem mais referências a outro músico talentoso, influência do no seu trabalho: Leonard Cohen. É o que ele mesmo definiu como: ‘conviver entre a elegância e a vulgaridade’. Só o verdadeiro e mais puro amor pode ter espaço para a vulgaridade, para a intimidade mais profunda.
Renato Godá é ao mesmo tempo um defensor da paixão, do romantismo exacerbado, o que não significa que o amor será eterno. Mas certamente a paixão será intensa, porém breve como o tempo de um cigarro chegar ao seu fim. Um amante perfeito, destruidor de corações.
Muito bom… muito bom.
Ps.: Faça como eu, aproveite e coloque as músicas de Godá no último volume, afaste os móveis da sala e tire sua mulher para dançar…
Alice Pt. 2 – Lewis Carroll
abril 18th, 2010 by Jeff, under Biografias. 2 Comments
Charles Lutwidge Dodgson, mais conhecido pelo seu pseudônimo Lewis Carroll , nasceu no povoado de Daresbury no condado de Cheshire na Inglaterra em 27 de janeiro de 1832. Dodgson foi matemático, escritor, diácono da igreja anglicana (Religião Cristã nascida na Inglaterra) e também fotógrafo, esta última ocupação muito polêmica.
Infância
Quando criança Dodgson brincava com marionetes e prestidigitação (magia ou ilusionismo), e durante a vida inteira gostava de fazer passes de mágica, especialmente para as crianças. Gostava de modelar um camundongo com um lenço e em seguida fazê-lo pular misteriosamente com a mão. Ensinava as crianças a fazer barquinhos de papel e também pistolas de papel que estalavam ao serem vibradas no ar. Interessou-se pela fotografia quando esta arte mal havia surgido, especializando-se em retratos de crianças e pessoas famosas e compondo suas imagens com notável habilidade e bom gosto.
Dodgson era apaixonado por vários tipos de jogos, tanto que inventou um grande número de enigmas, jogos matemáticos e de lógica. Gostava de teatro e era freqüentador de ópera, e manteve uma amizade por toda a vida com a atriz Ellen Terry.
Juventude
Durante sua juventude, Dodgson foi educado em casa. Tinha uma inteligência precoce. Aos 7 anos de idade lia livros complexos como “O Peregrino” (The Pilgrim’s Progress). Ele também sofria de uma gagueira – condição partilhada por seus irmãos. Aos doze anos ele foi mandado para uma pequena escola particular nas proximidades de Richmond. Mas em 1846, Dodgson mudou-se para Rugby School, onde ele era evidentemente menos feliz, fato que declarou posteriormente.
Oxford
Ele deixou Rugby no final de 1849 e depois de um intervalo que permanece inexplicado, em janeiro de 1851 volta a cidade de Oxford para estudar na universidade Christ Church, onde seu pai havia lecionado. Estando apenas 2 dias em Oxford foi chamado em casa pelo falecimento de sua mãe aos 47 anos.
Seu início de carreira acadêmica oscilava entre a promessa de um grande talentosoe momentos de total inexpressividade. Não estudava muito, mas era excepcionalmente talentoso e assim conquistou prêmios com facilidade. Em 1852 ele recebeu o primeiro prêmio de Honra ao Mérito e foi logo nomeado para uma bolsa de estudos, através de um velho amigo de seu pai, Canon Edward Pusey. No entanto, um pouco mais tarde, ele perdeu a importante bolsa de estudos após se confessar incapaz de se dedicar ao estudo. Mesmo assim, o seu talento como matemático ganhou o ‘Christ Church Mathematical Lectureship’, cargo que manteve por vinte e seis anos. O rendimento foi bom, mas o trabalho entediava. Muitos de seus alunos eram mais velhos e mais ricos do que ele, e quase todos eles eram desinteressados. No entanto, apesar da infelicidade inicial, Dodgson permaneceu na Christ Church, em várias ocupações até sua morte.
Aspectos Pessoais
Dodgson era uma jovem alto, esguio, tinha cabelos castanhos e olhos azuis acinzentados, considerado muito atraente. Mais tarde era descrito como um homem estranho que andava torto, talvez causado por uma lesão que teve no joelho. Quando criança por uma febre perdeu a audição de um ouvido. Também era bastante gago, problema que começou na infância e se estendeu por toda a vida. Por ter o hábito de usar referências reais para criar seus personagens, reza a lenda que o personagem ‘Dodo’ de ‘Alice no País das Maravilhas’ era inspirado em sua própria condição. Mais tarde ele confirmou que ‘Dodo’ era uma referência própria mas não em relação a gagueira.
Era bom em charadas, cantava consideravelmente bem e tinha grande habilidade como mímico e contador de histórias.
No período entre suas primeiras publicações e o sucesso de ‘Alice’, Dodgson começou a integrar a Irmandade Pré-Rafaelita, uma confraria de pintores, poetas e críticos. Um dos incentivadores da publicação de ‘Alice’ foi o escritor de contos infantis ‘George MacDonald’ que acabou se tornando uma espécie de mentor par ao lançamento do então iniciante escritor. Apesar de desconhecido do grande público, ‘George MacDonald’ serviu como inspiração para ninguém menos que ‘J.R.R. Tolkien’, escritor da saga ‘O Senhor dos Anéis’, que por sua vez serviu de inspiração para ‘J.K. Rohling’ da saga ‘Harry Potter’.
Nasce ‘Lewis Carroll’
Desde muito jovem Dodgson já escrevia poemas que eram publicados na revista da família Mischmasch, que depois era enviado para outras revistas, onde obteve um pequeno sucesso. Entre 1854 e 1856 seus trabalhos apareceram em publicações nacionais como The Comic Times e The Train.
Em 1856 ele publicou seu primeiro trabalho com o pseudônimo com o qual seria mundialmente famoso. Um poema romântico chamado ‘Solitude’ apareceu em ‘The Train’ com a assinatura de Lewis Carroll. Este pseudônimo foi uma brincadeira com seu nome real, Lewis foi era um anglicismo (tradução de um nome para outro idioma) de Ludovicus, o latim para Lutwidge. Carroll é um sobrenome irlandês semelhante ao nome Carolus, a forma em latim de se escrever Charles.
Alice
Foi então que em 1863, Georde Macdonald entrega o manuscrito inacabado de Dodgson para a editora Macmillan que gostou de imediato. Para ser lançado o manuscrito precisava de um título, foram sugeridos ‘Alice entre as fadas’ (Alice Among the Fairies) e ‘Alice e a Hora de Ouro’* (Alice’s Golden Hour*) que foram rejeitados.
* Hora de Ouro ou também chamada Hora Mágica é a primeira e a última hora da luz do dia, um breve momento do dia onde a luz se torna diferente, suave e mais difusa, muito usada para buscar um efeito especial em fotografia e cinema.
Após os títulos alternativos, o trabalho foi finalmente publicado como ‘Alice no País das Maravilhas’ (Alice’s Adventures in Wonderland), em 1865, sob o pseudônimo de Lewis Carroll, que Dodgson tinha utilizado pela primeira vez cerca de nove anos antes.As ilustrações foram por John Tenniel , Dodgson, pensou evidentemente que agora por ter um livro publicado tinha as habilidades de um artista profissional.
Em 1871 Dodgson já era mundialmente famoso pelo pseudônimo de Lewis Carroll, passou a ganhar significativas quantias de dinheiro e receber cartas de milhares de fãs, mas parece que não surtiu muito efeito no sua vida pois preferia continuar como professor acadêmico. Mesmo assim lança a continuação do primeiro livro, ‘Alice no País do Espelho’ (Through the Looking Glass And What Alice Found There) desta vez com um tom mais denso, talvez causado pelo momento triste de sua vida quando perdeu seu pai, o que o deixou em depressão por alguns anos.
A Última Grande Obra
Em 1876, Dodgson produziu o seu grande último trabalho, A Caça ao Snark , um fantástico “poema” absurdo, explorando as aventuras de um grupo bizarro de seres inadequados de formas diferentes, e um castor, que partiu para encontrar a criatura de mesmo nome. O pintor Dante Gabriel Rossetti supostamente tornou-se convencido de que o poema foi sobre ele.
Retrato de uma criança feito por Dodgson
A Pedofilia
Dodgson gostava de retratar meninas nuas em fotografias e desenhos. Declarou que seu intuito era somente artístico, que eram sempre feitos com o consentimento dos pais e que se notasse qualquer constrangimento ou infelicidade no olhar de uma das crianças, deixaria de faze-los para sempre. Também ordenou em seu testamento que todas as fortografias e desenhos fossem queimados para nunca criar qualquer constrangimento para as crianças retratadas no futuro. Mesmo assim, foi acusado em diversas obras postumas de ser pedófilo. Diversos livros tentam demonstrar que sua relação com as meninas não poderiam ser apenas pelo ato de retrata-las.
Porém, novos estudiosos (Hugues Lebailly e Karoline Leach) começam a acreditar que Dodgson não era pedófilo, tentando classificar seus retratos no movimento conhecido como ‘Victorian Child Cult’ que retratava a criança como a forma mais sublime da pureza. Dodgson vivenciou justamente a Era Vitoriana* onde este tipo de obra era bastante comum entre diversos artistas que não apresentavam nenhum tipo de comportamente pedófilo, era realmente um tipo de manifestação artística. Tanto que estas obram eram usadas até para produzir cartões postais.
Um dos motivos que podem ter distorcido a história e ter colocado Dodgson como pedófilo por muitos autores seria o fato de 4 diários de sua autoria terem desaparecido. Segundo Lebailly e Leach os diários não retratavam contados íntimos com meninas, mas orgias com mulheres adultas e principalmente casadas, o que teria feito com que sua família para preservar sua reputação teria suprimido estes registros. Um detalhe é fato, Dodgson só começou a ser acusado de pedofilia depois de sua morte.
Este fato de sua vida ainda é motivo de discordâncias e não existe uma avaliação definitiva do que foi verdade.
* A Era Vitoriana no Reino Unido foi o período do reinado da Rainha Vitória, em meados do Século XIX, a partir de Junho de 1837 a Janeiro de 1901.
Outras Obras
- Uma história confusa* (A Tangled Tale)
- Alice no País das Maravilhas (Alice’s Adventures in Wonderland)
- Fatos* (Facts)
- Ele pensou ter visto um Elefante* (He thought he saw an elephant)
- Rima? E Razão?* (Rhyme? And Reason?) – Também publicado como ‘Phantasmagoria’
- Problemas de Travesseiro* (Pillow Problems)
- Silvia e Bruno (Sylvie and Bruno)
- Silvia e Bruno Obras Escolhidas (Sylvie and Bruno Concluded)
- A Caça ao Snark (The Hunting of the Snark)
- Três Pores-do-Sol e Outros Poemas* (Three Sunsets and Other Poems)
- Alice no País do Espelho (Through the Looking-Glass, and What Alice Found There) – Incluindo ‘Jabberwocky’ e ‘A Morsa eo Carpinteiro’** (The Walrus and the Carpenter)
- O que a tartaruga disse a Aquiles* (What the Tortoise Said to Achilles)
* Títulos apenas traduzidos do original, não encontrei fontes do nome que foram lançados no Brasil.
** Foi incluído no 11º livro da série ‘Desventuras em Série’ composta por 13 livros. Os três primeiros deram origem ao filme.
Arcade Fire
fevereiro 27th, 2010 by Jeff, under Biografias, Música, Trilha Sonora. No Comments
Conheci o Arcade Fire através da bela música ‘Wake Up’ trilha do filme ‘Onde Vivem os Monstros’.
Baixe a música aqui!
O Arcade Fire foi formado em torno do casal Win Butler e Régine Chassagne. Começando em meados de 2003, a formação dos dois primeiros álbuns solidificou-se no final do mesmo ano e início de 2004, quando o primeiro álbum foi gravado. O álbum Funeral estreou em setembro de 2004 no Canadá, e em fevereiro do ano seguinte na Europa. Seu título foi escolhido devido ao falecimento de diversos familiares de integrantes durante sua gravação, o que criou uma atmosfera sombria que influenciou canções como ‘Une année sans lumière’,'In the Backseat’ e ‘Haiti’.
David Bowie conheceu a banda em uma turnê e apresentou ‘Funeral’ para executivos de gravadoras. Mesmo sem um contrato de peso, a banda foi aclamada como um fenômeno da Internet. Após uma crítica positiva da Pitchfork, a gravadora esgotou o estoque do álbum e tornou-se o primeiro álbum da gravadora a entrar na parada musical Billboard 200.
A banda também chamou a atenção do U2, que os convidou para abrir shows no Canadá e elegeu a canção ‘Wake Up’ como tema de abertura da Vertigo Tour.
Em maio de 2005 a banda assinou um contrato com a EMI para vender o álbum Funeral. A música ‘Cold Wind’entrou para a trilha sonora de ‘Six Feet Under’. A BBC usou três de canções de ‘Funeral’ para anúncios de sua programação de 2005 e 2006. Ainda passaram no especial de televisão Fashion Rocks, ao lado de David Bowie e pelo programa ‘Late Show with David Letterman’ .
No Brasil, apresentarem-se em 2005 no Rio de Janeiro, São Paulo e Porto Alegre durante o Tim Festival. Na ocasião, Win cantou uma versão da ‘Aquarela do Brasil’, de Ary Barroso, que está no lado B do single “Cold Wind”, lançado na Inglaterra.
Tanto o álbum Funeral quanto o single “Cold Wind” foram nomeados para o Grammy para Melhor Álbum de Rock Alternativo e Melhor Canção Escrita para Televisão, Cinema ou Outra Mídia (no caso, a trilha sonora de Six Feet Under), respectivamente.
Em 2006 é lançada a primeira faixa de ‘Neon Bible’, ‘Intervention’, através do iTunes. Logo após ‘Black Wave/Bad Vibrations’. O álbum foi lançado em redes P2P em fevereiro de 2007, e oficialmente lançado em março do mesmo ano. Estreou na primeira posição das paradas de álbum do Canadá e em segundo lugar na Billboard Top 200. O primeiro single de fato foi anunciado em janeiro, ‘Black Mirror’.
Segundo o que lí, a banda continuou fazendo muito sucesso e trabalhando o cd até o momento. O terceiro álbum está finalizado, ainda sem nome, mas programado para o segundo semestre deste ano, é esperar para conferir…
Aaron Zigman
fevereiro 25th, 2010 by Jeff, under Biografias, Filmes, Trilha Sonora. 1 Comment
Aaron Zigman (nascido em 25 de agosto de 1963) é um compositor, produtor, arranjador, compositor e músico de vários filmes recentes.
Graduado na ‘Point Loma High School’, ele estudou na Universidade da Califórnia, Los Angeles. Embora ainda na universidade, ele tinha um contrato com ‘Almo Irving’ e escreveu canções para Carly Simon, o famoso programa de TV, onde era co-escritor junto com David Lasley, Knight Jerry e Steve Cropper.
Em 1983, ele começou a estudar com o seu primo George Bassman (que orquestrou ‘O Mágico de Oz’ e escreveu músicas para os filmes ‘Marty’ e ‘O Destino Bate a sua Porta’ (The Postman Always Rings Twice – Versão de 1981). Ele encerrou ‘Getting Sentimental Over You’ um clássico de Tommy Dorsey sendo o arranjador musical para Lena Horne e Benny Goodman e orquestrada para o lendário Andre Kostelanetz.
Na década de 1980 ele começou a fazer carreira como um músico de estúdio e escreveu um grande sucesso na música pop chamado ‘Crush On You’, que se tornou famosa na gravação da banda ‘The Jets’. Em seguida, ele trabalhou para Clive Davis e produzido e arranjou para Aretha Franklin e Natalie Cole.
Durante este tempo, ele escreveu, arranjou e produziu canções para muitos das principais cantores e artistas na indústria mundial, tais como Ray Charles, Sting, Phil Collins, Dionne Warwick, Boz Skaggs, Tina Turner, Seal, Carly Simon, The Pointer Sisters, Huey Lewis, Jennifer Holliday, Patti LaBelle, Chicago, Natalie Cole e Christina Aguilera.
Em 2001 ele entrou na indústria cinematográfica, com o seu trabalho em trilhas sonoras como:
‘Um ato de coragem’ – John Q. (2001)
‘Diário de Uma Paixão’ – The Notebook (2004)
‘Na Trilha da Fama’ – Raise your Voice (2004)
‘Ladrão que Rouba Ladrão’ – The Wendell Baker Story (2004)
‘Na Máfia por Acaso’ – In the Mix (2005)
‘Alpha Dog’ – Alpha Dog (2005)
‘Flicka’ – Flicka (2005)
‘Prova de Fogo’ – Akeelah and the Bee (2005)
‘Vem Dançar’ – Take the Lead (2006)
‘ATL – O som do gueto’ – ATL (2006) - Produzido por Will Smith
‘Ela Dança, Eu Danço’ – Step Up (2006)
‘O Orgulho de uma Nação’ – Pride (2006)
‘Ponte para Terabítia’ – Bridge to Terabithia (2007)
‘Maldita Sorte’ – Good Luck Chuck (2007)
‘O Clube de Leitura de Jane Austen’ - The Jane Austen Book Club (2007)
(Sem tradução no Brasil) – Lake City (2007)
‘Porque eu me Casei’ – Why Did I Get Married (2007)
‘Ensinando a Viver’ – Martian Child (2007) - Filme Fantástico/Recomendo
‘Ela Dança, Eu Danço 2′ - Step Up 2 the Streets (2008)
‘Sex and the City’ – Sex and the City: The Movie (2008)
‘Flash of Genius’ – Flash of Genius (2008) - História Real Interessante
Barbarella (2009) – Não encontrei informações sobre este filme. Existe uma versão cult de 1968. O filme é uma Ficção-Científica Erótica.
‘A Proposta’ – The Proposal (2009)
‘Uma Prova de Amor’ – My Sister’s Keeper (2009)
‘A Verdade Nua e Crua’ – The Ugly Truth(2009)
The Last Song (2010) – Ainda sem título no Brasil
Mr Hudson
janeiro 4th, 2010 by Jeff, under Biografias, Download, Música. No Comments
Benjamin Hudson McIldowie nasceu em 1979 em Birmingham uma cidade e distrito metropolitano do condado de West Midlands na Inglaterra. Conhecido profissionalmente como Mr Hudson, é um artista pop britânico de R&R (Rhythm and Blues), radicado em Londres.
Eu gostei muito da música ‘White Lies’ do seu álbum ‘Straight No Chaser’. Quer ouvir? Então faça o download:
Download – White Lies – Mr Hudson
Quer saber um pouco mais sobre ele?…
Uma de suas primeiras aparições foi como pordutor de batalhas ‘Jumpoff’ em 2005. Ele ganhou destaque depois de se apresentar no ‘Later Show… with Jools Holland’, um programa da BBC Britânica, em 8 de dezembro de 2006. O primeiro cd intitulado ‘A Tale of Two Cities’, foi lançado em 2007 recebendo fortes críticas e recebeu airplay nacional sobre Jo Whiley e Zane Lowe’s Radio Show.
Em 2007, Mr Hudson e sua banda The Library embarcaram em uma turnê por 12 bibliotecas britânicas como parte da campanha ‘Get It Loud’, também apoiada Amy Winehouse na sua turnê, juntamente com Paulo Nutini, Mika e Groove Armada.
Durante o verão de 2007 eles apareceram em vários festivais do Reino Unido, como o Glastonbury, T in the Park, The Big Chill, V Festival, Festival de Godiva e Bestival.
Em outubro de 2007, a banda tocou no Millennium Stadium de Cardiff, abrindo para o The Police. Também abriram para o Kanye West na ‘Glow in the Dark Tour’ que ele fez pela Europa, tocando em Dublin e outras cidades europeias.
Em 11 de novembro de 2008, ‘There will be Tears’ apareceu em primeiro lugar do Reino Unido no programa Zane Lowe’s como ‘The Hottest Record World Right Now’.
Em 13 de Maio de 2009, Mr Hudson confirmou o lançamento de ‘Straight No Chaser’, seu segundo álbum, seria lançado em 5 de Outubro de 2009, com fez anteriormente com o single ‘Supernova’ durante o programa Zane Lowe’s Radio Show da BBC. O álbum trouxe Kanye West como co-produtor. Em dezembro de 2008, Mr Hudson percorreu o Reino Unido para um preview do seu último álbum visitando cidades como Londres, Cardiff, Glasgow e Newcastle. Mr Hudson também participou do quarto álbum de Kanye West, ‘808s & Heartbreak’ e também co-produziu ‘Street Lights’, bem como forneceu vocais adicionais em ‘Say You Will’ e ‘Amazing’.
Kanye West declarou: “Acredito que Mr Hudson tem o potencial de ser maior do que eu, para ser um dos mais importantes artistas de sua geração.”
No Outono de 2009 Mr Hudson apoiou Calvin Harris em sua turnê pelo Reino Unido.
Mr Hudson utiliza o selo ‘GOOD Music’ (Good é um acrônimo para “Getting Out Our Dreams”) da Kanye West’s Producer. ‘Good Music’ é um ‘Vanity Label’ de hip hop e R&B, fundado pelo artista e produtor musical Kanye West. O ‘Vanity Label’ ou ‘Selo de Vaidade’ é o nome dado a uma produtora que é mantida por um artista de sucesso que pretende lançar artistas que ele admira.
Em suas influências musicais ele lista: Chet Baker, David Bowie, The Police, Andre 3000, Marvin Gaye, The Specials, Billie Holiday, Rosster, Ella Fitzgerald e Dizzee Rascal. Quando ele ainda se apresentava com a banda ‘The Library’ eles eram conhecidos por seus energéticos shows ao vivo, que incluem Steelpan e um piano que lhes rendeu uma nomeação para “Best Newcomer” no UK Festival Awards 2007.
Mr Hudson trabalhou com bandas como Tinie Tempah, Kanye West, Dizzee Rascal, N-Dubz e Jay-Z e excursionou com Calvin Harris. Suas performances vocais foram comparados com os de Sting. Ele é acompanhado por Joy Joseph (vocal e tambor de aço), Rob Barron (teclado elétrico), Rafael Mann (guitarra baixo) e Andrew “Wilk” Wilk (bateria elétrica).
Kings of Leon
dezembro 28th, 2009 by Jeff, under Biografias, Música. No Comments
Uma boa banda já começa por uma boa história para contar.

Os irmãos Caleb Followill , Jared Followill e Nathan Followill tiveram uma infância e pré-adolescência muito diferente. Seu pai, Leon Followill era ministro Pentecostal, uma religião baseada em uma renovação sobre o cristianismo. Como ministro viajante ele percorria o sul dos Estados Unidos para pregar nas mais diferentes igrejas cristãs, levando junto os três filhos, que já tocavam em algumas igrejas por onde passavam.
Conforme algumas praticas desta religião, eles não podiam ver televisão e nem ouvir música secular (Secular é toda música que não possui fundo religioso). Os estudos ficavam prejudicados pelas constantes mudanças. Eles não ficavam em uma cidade mais que duas semanas. Assim estudavam em casa ensinados pela mãe.
Grande parte da infância dos irmãos se passou em estradas, dentro de um Oldsmobile 1988. A Oldsmobile foi uma marca de carros produzidos pela GM. Curiosamente o primeiro cartaz de um show da banda é uma reprodução de um anúncio antigo deste carro.
Quando o pai dos meninos, demitiu-se da igreja e se divorciou de sua esposa em 1997, os meninos se mudaram para Nashville e abraçaram o rock e estilo de vida que anteriormente tinha sido negado. Lá encontraram o compositor Angelo Petraglia que ajudou a melhorar suas tecnicas de composição e lhes apresentou Rolling Stones, The Clash, e Thin Lizzy.
Seis meses depois, Nathan e Caleb assinaram com a RCA Records, que insistiu para que o duo recrutasse mais membros para a banda antes de começar sua carreira. A banda foi formada quando o primo Matthew e seu irmão Jared foram convidados a participar.
A primeira gravação foi com o Ep “Holy Roller Novocaine”, lançado em 18 de fevereiro de 2003. Jared tinha apenas 16 anos e ainda não sabia tocar guitarra, mas o trabalho reudeu uma ótima exposição recebendo uma classificação de 4/5 estrelas da revista Rolling Stone.
‘Youth and Young Manhood’
O cd de estréia da banda trouxe quatro das cinco canções gravadas em seu primeiro EP. O álbum foi lançado em julho de 2003 no Reino Unido e em agosto nos Estados Unidos. O álbum teve como produtor Ethan Johns, filho do produtor Glyn Johns que trabalhou com Rolling Stones e Eagles. O cd não teve grandes repercussões nos USA mas foi sucesso no Reino Unido e na Irlanda. Após o lançamento foram convidados para abrir os shows das turnês dos Strokes e do U2.
A revista NME Britânica classificou o cd como o melhor cd de estréia dos últimos 10 anos.
‘Aha Shake Heartbreak’
O segundo álbum do Kings of Leon foi lançado no Reino Unido em outubro de 2004 e nos Estados Unidos em fevereiro de 2005. Com base no rock de garagem sulista do seu primeiro álbum, ele veio para aumentar a repercusão da banda, nacional e internacionalmente. O álbum foi novamente produzido por Angelo Petraglia e Ethan Johns. “The Bucket”, “Four Kicks”, e “King of the Rodeo” foram lançados como singles. “The Bucket” alcançou o Top 20 na Grã-Bretanha. “Taper Jean Girl”, também foi utilizada na nos filmes Paranóia e Cloverfield. A banda recebeu elogios de vários artistas do rock, incluindo Elvis Costello. Também excursionou com Bob Dylan e Pearl Jam em 2005 e 2006.
‘Because of the times’
Em março de 2006 a banda retorna aos estúdios para gravar seu terceiro álbum. O título, ‘Because of the times’ pode ser uma referência ao congresso de ministros realizado todos os anos de uma igreja chamada ‘Os Pentecostais da Igreja de Alexandria’, da cidade de Alexandria no estado da Louisiana, onde os irmãos costumavam ir durante a infância. O álbum foi lançado em 02 de abril de 2007 tanto na Grã-Bretanha quanto Estados Unidos, com um dia apenas de diferença. Este trabalho trouxe algumas mudanças no estilo da banda, deixando para trás as influências sulistas para um som mais limpo. O trabalho rendeu críticas bem diferentes com elogios rasgados de um lado e críticas ferrenhas de outro. Mesmo assim o trabalho fez sucesso com os fãs com destaque para “Charmed, “Fans”, “Knocked Up” e “My Party”.
‘Only by the night’
Mas parece que o sucesso definitivamente bateu na porta do Kings of Leon com seu último álbum. Depois de passar o ano inteiro se dedicando as gravações do cd, em setembro de 2008 a banda lança seu quarto álbum. O cd ficou durante 1 semana no TOP1 dos cds mais vendidos no Reino Unido. Após o Brit Awards, o cd voltou ao primeiro lugar dos mais vendidos por 2 vezes.
Enquanto isso nos Estados Unidos ele ocupava o TOP5 da BillBoard.Foi o álbum mais vendido em 2008 na Austrália, o mais vendido do terceiro trimestre de 2008 no Reino Unido, além da imprensa britânica classifica-lo como o melhor cd de 2008. Foram convidados a cantar ‘Sex is on fire’ no 51º Grammy Awards e levaram o Brit Awards de ‘Melhor Banda Internacional de 2009′ e ‘Melhor Álbum Internacional de 2009′. Eles voltaram ao 52º Grammy, desta vez para levar o prêmio de ‘Melhor Canção de 2009′ com ‘Sex on Fire’. O álbum foi Platina 7 no Reino Unido. Como lá a classificação de Platina são 300.000 cópias, eles venderam cerca de 2.100.000 cds.
Recentemente a banda lançou um dvd gravado no London’s O2 Arena. O show que aconteceu em julho de 2009 foi lançado agora em novembro e está a venda no site da banda. Quero descobrir se eles encaminham para o Brasil.
Uma curiosidade interessante sobre eles é que todos usam seus nome do meio, os irmãos se chamam na verdade: Anthony “Caleb” Followill (vocal), Ivan “Nathan” Followill (bateria e percussão) e Michael “Jared” Followill (baixo), além do primo Cameron “Mateus” Followill (guitarra).
Brittany Murphy
dezembro 20th, 2009 by Jeff, under Biografias, Filmes. 2 Comments
Sempre gostei muito desta atriz, mas nunca dediquei um tempo para falar dela aqui. Infelizmente vou fazer isso no dia em que a perdemos. Brittany foi encontrada sem vida por sua mãe, no chuveiro de sua casa, aos 32 anos.
Brittany Murphy nasceu em Atlanta, Estados Unidos, em 10 de novembro de 1977, mas foi criada na cidade de Edison, em Nova Jersey. Com apenas 9 anos, ela conseguiu uma vaga no musical “Les Miserables” e, aos 14, obteve seu primeiro papel em Hollywood, no filme “Drexell’s Class”. Em 2002, a atriz viveu um breve romance com o rapper Eminem, depois de interpretar seu par romântico no filme “8 Mile – Rua das ilusões”. A atriz também já foi namorada de Ashton Kutcher, atual marido de Demi Moore, com quem contracenou no filme “Recém-Casados”, em 2003. Em maio de 2007, ela se casou com o roteirista Simon Monjack, com quem vivia até hoje.
Antes ainda de estrelar seu primeiro filme, Brittany fez uma participação na série Blossom que eu particularmente curtia muito.
Mas ela trabalhou muito desde que começou no mundo das telonas:
* 2010 – Os Mercenários (The Expendables)
* 2007 – Ramen girl, The
* 2006 – Dead girl, The
* 2006 – Noivo em fuga (Groomsmen, The)
* 2006 – Amor e Outros Desastres (Love and Other Disasters)
* 2006 – Happy Feet – O Pingüim (Happy Feet)
* 2005 – O segredo de Neverwas (Neverwas)
* 2005 – Sin City – A Cidade do Pecado (Sin City)
* 2004 – A Agenda Secreta do Meu Namorado (Little Black Book)
* 2003 – Um Cão do Outro Mundo (Good Boy!)
* 2003 – Grande Menina, Pequena Mulher (Uptown Girls)
* 2003 – Recém-Casados (Just Married)
* 2002 – 8 Mile – Rua das Ilusões (8 Mile)
* 2002 – Sem limites (Spun)
* 2001 – Os Garotos da Minha Vida (Riding Cars With Boys)
* 2001 – Refém do Silêncio (Don’t Say a Word)
* 2001 – Jogada de Verão (Summer Catch)
* 2001 – Paixões em Nova York (Sidewalks of New York)
* 2000 – Audition, The
* 2000 – Medo em Cherry Falls (Cherry Falls)
* 2000 – Angels!
* 2000 – Trixie (Trixie)
* 2000 – Common ground (TV)
* 1999 – Garota, interrompida (Girl, interrupted)
* 1999 – Linda de Morrer (Drop Dead Gorgeous)
* 1999 – Matemática do Diabo (The Devil’s Arithmetic)
* 1998 – Falling sky
* 1998 – David an Lisa (TV)
* 1998 – Zack and Reba
* 1998 – A última cartada (Phoenix)
* 1998 – Bongwater
* 1998 – Anjos Rebeldes 2 (The Prophecy II)
* 1997 – Tensão máxima (Drive)
* 1996 – Sem saída (Freeway)
* 1996 – Dupla acusação (Double jeopardy) (TV)
* 1995 – As Patricinhas de Beverly Hills (Clueless)
* 1993 – Cartas marcadas (Family prayers)
* 1990 – Blossom (Série de TV)
Ashton Kutcher (@aplusk) deixou um recado em seu Twitter se referindo a Brittany:
“See you on the other side Kid”
Mais uma pessoa talentosa, bela e jovem demais para ir embora.
Post Scriptum: A Marcella deixou um comentário pedindo quem a Brittany interpretou em Blossom. Como eu também não me recordava do seu papel, já imaginava que seria uma participação breve. Depois de muitas buscas, encontrei as informações. Ela fez o papel da Wendy, durante 4 episódios, em 1993. Lembrando que a série foi originalmente exibida de 1991 a 1995.
William Fitzsimmons
dezembro 19th, 2009 by Jeff, under Biografias, Música. No Comments
Leu bem este nome? Pois grave-o em sua mente, pois certamente você vai ouvir falar muito dele. Como não existe nenhum site brasileiro contando sua história, eu resolvi apresentar este incrível cantor aqui no Gelo Negro.
Fitzsimmons é o filho mais novo de dois pais cegos, e foi criado em Pittsburgh, Pensilvânia. Ele diz ter desenvolvido suas habilidades em vários instrumentos por conta de seus pais, ambos os quais eram músicos amadores. Na casa onde nasceu ainda existe um órgão de tubos em pleno funcionamento, que segundo ele foi construído à mão pelo seu pai.
Ele aprendeu a tocar piano e trombone durante o ensino fundamental e começou a tocar guitarra sozinho durante a adolescência. Ele também tem habilidade de tocar banjo, escaleta (uma mistura de instrumento de teclado e sopro), cavaquinho e bandolim. É conhecido por misturar a música folk com eletrônica em algumas canções. Além das capacidades como músico, Fitzsimmons desenvolveu e produziu seus dois primeiros álbuns. Ele é muitas vezes comparado aos contemporâneos Iron & Wine, Sufjan Stevens e do falecido Elliott Smith.
Fitzsimmons só assumiu a carreira de músico após completar um mestrado em Counseling em Genebra e atuar como terapeuta de saúde mental (Counseling é uma especialização que diferentemente da Psicoterapia tem a intenção de aconselhar, de traçar e executar metas que ajudem na solução de problemas pessoais). Antes de seus estudos de pós-graduação, Fitzsimmons trabalhou com pacientes com problemas psicológicos por vários anos. Foi durante uma pausa de verão no meio de sua pós-graduação que Fitzsimmons gravou uma colecção de canções com os equipamentos de gravação que tinha em casa e que posteriormente tornou-se seu álbum de estréia.
Fitzsimmons faz muitas referências pessoais e familiares nas suas músicas. Dizem que seu álbum lançado em 2006, Goodnight, faz referências em grande parte, ao divórcio de seus pais durante a sua adolescência, e seu trabalho de 2008, The Sparrow And The Crow, foi escrito inteiramente sobre seu próprio divórcio.
Seu trabalho ficou conhecido principalmente através do MySpace e turnês com outros artistas como Ingrid Michaelson e Cary Brothers, entre outros, além de programas de televisão muito famosos como Grey’s Anatomy.
Fitzsimmons vive atualmente em Jacksonville, Illinois e está atualmente em turnê nos Estados Unidos e Europa.
Ele lançou 3 álbuns até hoje, sendo dois independentes.
Until When We Are Ghosts (2005)
Goodnight (2006)
The Sparrow and the Crow (2008)
Heartless – Single (2009)
Para você ter uma idéia do talento do William Fitzsimmons, você precisa ouvir o que ele fez com a música “Heartless” do Kanye West. Para você comparar você vai poder baixar as duas juntas. A versão do William Fitzsimmons não está disponível em nenhum lugar da internet, é bem difícil de encontra-la porque ainda é só um single.
Julieta Venegas
novembro 11th, 2009 by Jeff, under Biografias, Música. No Comments
Há pouco tempo tive o grande prazer de conhecer o trabalho desta incrível cantora.
Nascida nos Estados Unidos, Julieta Venegas cresceu e viveu toda sua infância em Tijuana (México), onde começou seus estudos musicais. Sua primeira turnê foi com o grupo Chantaje que combinava ska e reggae. Com 22 anos foi para a Cidade do México, onde combinou a composição para o teatro com música ao vivo, primeiro com a banda chamada Lula, posteriormente com La Milagrosa e, a continuação, já como Julieta Venegas.
Seu primeiro álbum solo, gravado em Los Angeles,em 1997, reúne 5 anos de trabalho. Em 2005 foi nomeada para o Grammy de melhor álbum de rock latino e ganhou o prêmio latino Revelação da Academia de Música da Espanha. Com três trabalhos discográficos, “Aquí”, “Bueninvento” e “Sí”, Venegas estabeleceu uma estreita relação com a Espanha.
Compositora versátil, já escreveu também música para o teatro e o cinema. Em 2006 foi nomeada para quatro categorias do Grammy incluindo melhor álbum do ano, com “Limón y Sal”. Ganhou na categoria de Melhor Álbum de Música Alternativa.
Em 2006 fez uma participação no cd Acústico MTV do Lenine. Em 2008 foi sua vez de gravar o MTV Unplugged onde entre outras participações fez um belo duo com a Marisa Monte na bela música “Ilusión”.
Seu estilo é bem particular e muito divertido. A música Limón y Sal que integra o cd homônimo é sensacional.
Discografia
1997 – Aquí (RCA International)
2000 – Bueninvento (BMG)
2003 – Sí (BMG) (CD+VCD) (CD+DVD)
2006 – Limón y Sal (Sony BMG) (CD+DVD)
2008 – MTV Unplugged Julieta Venegas (Sony BMG) (CD+DVD)




